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sexta-feira, março 15, 2013

Os 6... Tipos de amigos que já tiveste (ou vais ter)

Durante a vida, vais conhecer centenas de pessoas, e fazer alguns amigos. Pelo meio de todos os amigos que tens, já tiveste, ou vais ter, estes 6 vão aparecer inevitavelmente:

O popular - Vais a uma festa com ele, conhece toda a gente. vais ao facebook dele, aparece em 5564654654 fotos com pessoas diferentes. É o verdadeiro animal social, e tu és só mais um dos seus muitos e muitos amigos. Tem sempre assunto e apresenta-te sempre gente nova. Pode ser um bocado exaustivo quando queres relaxar e fazer qualquer coisa mais low profile e tens que ser apresentado a 35746531684 conhecidos pelo caminho, quer queiras, quer não.

O "pudico" -  No geral é muito boa pessoa e bom ouvinte, mas muito caladinho, e ligeiramente conservador - Deus me livre de dizer piadas porcas em frente da peça. No entanto, pela calada é o pior do grupo, o que acaba por ser surpreendente. 

O divertido - Não consegues estar com ele sem te sentires bem, porque para ele a vida é um parque de diversões. Está sempre a fazer piadas, chega a ser irritantemente energético. Se não tens um, tens que arranjar. Pode não ser o melhor para conversas profundas, ou divagações filosóficas, mas é o melhor para te tirar a cabeça dos problemas, naqueles dias cinzentos.

O sem noção - Há alguma coisa primitiva em ter um amigo meio idiota. Isto pode parecer desagradável, e até mauzinho, mas não deixa de ser verdade, porque toda a gente que conheço já teve um. A coisa com os sem noção é que tentam demasiado. tentam demasiado inserir-se no grupo, ser divertidos, bons conselheiros ou interessantes, e falham miseravelmente, porque são um bocado descompensados. Gostas deles exatamente por serem assim, porque no fundo se preocupam mais contigo que muitos dos outros amigos... por outro lado podem ser igualmente frustrantes porque não percebem quando devem parar.

O venenoso - Uma pessoa costuma ter em média 3-5 melhores amigos (eu tenho 5 ou 6 ), e geralmente odeia uma pessoa no seu grupo social. Este parece detestar todo o seu grupo social. Está sempre a par sobre tudo o que se passa à sua volta, e sempre pronto a criticar (coisa que faz como ninguém), é bom para o ocasional café ou para a esporádica sessão de fofoquice ,  mas pouco mais que isso. Não é daquele tipo de amigos com os quais queiras estar muitas vezes seguidas, é demasiado ácido.- e já tive tantos amigOs quanto amigAs destas.

O chato - Sabes o tipo e de certeza já tiveste a tua conta de amigos chatos. Gostam muito de falar sobre si mesmos, mas quase nunca de uma maneira divertida, o que geralmente implica expor-te a todo o tipo de problemas aborrecidos que possam ter. Tu até gostas de ajudar e preocupas-te com eles na medida dos possíveis, mas são exatamente como o absinto, só podes tomar um shot ou dois de vez em quando, ou rebenta-te o fígado.

PS: Estão todos descritos no masculino por ser uma generalização, só para ficar explicito aqui.

E vocês?
Já tiveram algum destes amigos descritos acima?
Se sim, ainda mantém contacto com algum desses?
Enquadram-se nalguma destas categorias? QUAL?
Vá, toca a comentar, subscrever ler e essas coisas todas. até amanhã respondo aos comentários em atraso.

terça-feira, março 05, 2013

O meu festival

Por estes facebook fora já se começam a ler as primeiras notícias sobre festivais.
Ano após ano vêm os benditos festivais.
Há os de verão, os da primavera e até os de inverno, e mesmo com toda esta escolha, é muito raro haver artistas que eu goste.
Para ajudar á festa ainda tenho imenso azar com os ditos festivais, quando calho a gostar de alguém no cartaz.
Ou tenho tempo e não tenho dinheiro, ou tenho dinheiro e não tenho tempo ou tenho tempo e dinheiro mas não tenho companhia
Resultado: já nem me dou ao trabalho de ir ver os cartazes porque já sei que não vou.

Hoje enquanto estava ouvir musica, lembrei-m de vos deixar o desafio.
Se pudessem criar um festival de música, quais os artistas que punham no cartaz?

Vamo lá a ver como seria o meu festival, se eu fosse multimilionário

Dia 1


Natasha Bedingfield

Tirando uma ou duas músicas que foram aterrar em anúncios de shampô ou bandas sonoras de filmes, cá em Portugal esta artista é praticamente inexistente, e não percebo porquê.
Adoro as músicas dela. São despretensiosas positivas e divertidas, na sua maioria.


Kimbra

Super talentosa, super desconhecida. Devia andar a mostrar as mamas para vender cds ou assim.


Maroon 5

Acho que de toda a gente que escolhi, só eles é que já cá vieram num festival de Verão ou whatever, eu estava a trabalhar e a pensar em cortar os pulsos nesse dia porque não fui. lembro-me sempre ds sábias palavras do Manuel Moura dos Santos em 2001 "pff, castanho 5, essa banda é uma modinha, não vai dar em nada". Sempre certo filho, sempre certo.


Dia 2


Babasónicos

"Ah e tal, bandas espanholas e nada Português?"
Calou!
Gosto e pronto.


MUTEMATH

Estes meninos tiveram a sorte (ou o azar?) uma música para um filme da saga do crepusculo, então o pitedo todo andou histérico por eles durante uns meses, até voltarem as orelhas para a Taylor Swift e a Nicki Minaj e assim.



Marina and the Diamonds
Já a puseram a fazer a abertura dos concertos da Katy Perry.
Ela resolveu não processar.
Se fosse eu processava.
Anyway, não é à toa que foi nº 1 no top de vendas da Inglaterra não sei quantos meses seguidos.

Dia 3



Gotye

Se alguém na plateia tiver o azar de pedir para cantar a "somebody that I used to know", tenho snipers prontos a disparar. just sayin'


Mark Ronson

Este gajo produz, compõe, toca guitarra e dá espetáculos brutais.
Não é preciso saberem mais nada.


KT Tunstall

Não percebo como é que esgotam a porcaria do coliseu para ir ver o Justin Bieber, mas nunca pensaram em trazer cá a KT. Deviam ter vergonha pessoas das organizações.

E não, não há música eletrónica nem DJs.
Querem ouvi batucadas, vão às discotecas.

Acham que alguém pagava para ir ver este cartaz, ou ia ter que pagar aos artistas em skittles e água das pedras?
Se pudessem fazer um festival , que artistas convidavam - vivos e tal, não vamos convidar o james morrison da campa - , e porquê?
Respondam na comment box, ou façam um post em resposta no vosso blog, é como preferirem.

domingo, fevereiro 24, 2013

A outra

Aqui há uns tempos, fui tomar um café com uma conhecida – chamemos-lhe E, e conversa puxa conversa, ela resolve contar que conheceu o homem dos sonhos dela. Lindo, simpático, atencioso, divertido, bom de cama… Ah, e casado.


A verdade é que há por aí muito mulherio* que, como a E, se contenta em ser “a outra”.
Não só se contentam como inevitavelmente arranjam todo rol de desculpas cliché:
“Ah e tal, eles já tinham problemas na relação” – e dar umas quecas por fora é aparentemente terapêutico. A vagina da E tem que fazer parceria com o Dr. Phill, pelos vistos – “Ah e tal, eles vão-se separar”, “Ah e tal”, “Ah e tal”.

E às tantas uma pessoa fica sem perceber se “a outra” é muito sem carácter por fazer o que faz ou simplesmente muito burra para encarar a realidade.

Porque a verdade é esta:
”Ele” não está à espera do melhor momento.
“Ele” Não ama loucamente “a outra”. Senão, era promovida a oficial.
“Ele” não vai largar a mulher para ficar com a outra, em 98% dos casos – o que é de si uma boa percentagem de aviso. Se por acaso largar pior, porque quer dizer que se fez a uma faz a duas, e quando dá por ela, a outra está sozinha, chifrada e com má fama.
“Ele” tem pena de magoar a mulher com a separação, por isso é que não lhe diz? A sério? Tenho mesmo que explicar como é que isto é contraditório.
Mau negócio portanto.

Infelizmente, o mundo não está cheio de Mónicas Sintra - ou será Mónicas Sintras?... Mónica Sintras? Esta coisa de pluralizar as pessoas não é definitivamente o meu forte, continuemos – que coitaditas caem na lábia de um qualquer lobo mau que come a capuchinho vermelho a avozinha e o lenhador se a fome for muita, e quando confrontadas com a dura realidade acabam tudo e escrevem uma canção pimba.

E vocês?
O que acham das pessoas – homens e mulheres – que não se importam de ser o/a outro/a?
Acham que o amor justifica isto tudo, ou é uma cambada de tretas?
Vá, desenvolvam, chamem nomes se quiserem à E, que eu tenho quase a certeza que não vai ouvir nada de novo.
PS: Eu escrevi este post há dois dias, mas o querido Blogger resolveu por bem pôr-me isto em rascunho em vez de publicar -_-

*Sim, também há muitos homens a ser o outro mas geralmente eles não romantizam nem justificam tanto estas coisas como elas, por isso nem achei nada interessante metê-los ao barulho.

terça-feira, janeiro 08, 2013

Apenas amigos? [debate]

Olá alcachofras! passaram bem as festas?
Eu passei.
Árvore desmanchada, prendas abertas, badaladas contadas, e pausa terminada, cá está o blog de volta ao ativo.
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Ora ando com uma ideia para um pequeno debate aqui no blog.

A amizade entre homem e mulher é possível ou é um mito?

Acham que há efectivamente amizade fraternal entre duas pessoas, ou é apenas uma desculpa para nos aproximarmos de alguém por quem estamos atraidos involuntariamente?

Não estou a dizer que todas as pessoas com as quais nos damos são reserva para marmelada, mas a verdade é que muita gente diz que eventualmente uma das partes vai acabar por se interessar pela outra, o que vai acabar por mandar a amizade às urtigas.
E verdade seja dita,  todos vocês já tiveram de certeza um amigo/a pelo qual se apaixonaram eventualmente.

Acontece sempre, e nalguns casos torna-se uma situação constrangedora porque ao contrário de um estranho sem uma relação prévia com o qual se pode terminar um flirt e ignorar qualquer envolvimento, com um amigo é diferente.
Outros dizem que é perfeitamente possível que um homem e uma mulher convivam de forma continuada sem acabarem po se apaixonar ou se sentir atraidos. Afinal, nem toda a gente gosta de toda a gente.

E quando dois amigos se envolvem e dá errado? Acham que há remédio, ou a amizade está morta e enterrada?

Gostava de saber a vossa opinião, vá, entupam-me a caixa de comentários.
Já alguma vez se apaixonaram/enrolaram/whatever com um amigo?
Resultou bem?
O que acham sobre o tema?
Vá, desenvolvam, que eu respondo.

PS: não faço ideia quem sejam as pessoas da foto, nem me interessa.
PS2: Esta semana ainda, respondo aos comentários da época de natal.

terça-feira, novembro 20, 2012

Delta o Quê?

Antes de mais nada:
Feliz Dia Nacional do Pijama!
Vamos celebrar efusivamente este dia tão importante para o país, ficando todos em casa de pijama a enfardar bolachas, nutella e café com leite e a ver os programas da tarde?
Não?

E ir trabalhar por mim?
Também não?
Porra, nunca querem fazer nada vocês!

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Passando à frente.

Juntei-me - por arrasto - esta semana à crescente parcela da população que tem uma máquina de café toda pipi.

A minha mãe pelo contrário, pobre criatura caféinómaniaca, sonhava com uma há imenso tempo, já desde que o amigo George Clooney se lembrou de vir para Portugal fazer publicidade à famigerada Nespresso e se seguiram todas as primas tias e afilhadas da dita cuja.
Esta semana no Alentejo, pelo meio de muitos suspiros, flirts e fungadelas, lá trouxe a minha mãe debaixo do braço uma Delta Q (igual à da foto), que já ocupa espaço de destaque na cozinha, onde é alvo de adoração incondicional.

Continuo sem perceber todo este fascínio que agora aí anda com as máquinas de café ,que em vez de café em pó leva cápsulas (oh, as cápsulas).
Se calhar porque não gosto de café, ou se calhar porque quando olho para as máquinas de café, me parecem todas fritadeiras de última geração sei lá.

Acho que parte de todo o allure está na publicidade.
Quer dizer, tantas publicidades uma pessoa vê meses a fio de máquinas em salas impecavelmente decoradas, com manequins jeitosas - ou com o George Clooney( Se calhar deviam contratar outra pessoa mais jeitosa do que o Bruno Nogueira para promover o café da Delta, já agora) - a carregarem no botão, tirando um expresso digno de um "hmmmmmmmm" orgásmico, enquanto passam a imagem do café cheio de espuma numa chávena toda XPTO - que já agora não vem dentro da caixa da máquina e custa 30 euros cada 4 chávenas - que eventualmente, mesmo não bebendo café, uma pessoa fica a morrer de curiosidade de tirar um café na bendita máquina.

E se querem que vos diga, a publicidade é uma grande aldrabice.
Fui comprar as cápsulas - o grande argumento de que "sai mais barato que ir a um café e nhenhenhenhenhe - ao supermercado, meti a água, liguei à corrente e esperei que a luz ficasse verde.
Nervosamente carreguei no botãozinho, à espera de uma experiência que mudasse a minha interpretação da vida ....

E saiu café!

Em vez de uma música de fundo sensualona, houve um BZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ, e a chávena encheu-se de café.
Não houve câmara lenta.
Não houve espuma de 3 centímetros, nem aquele pingo final em que o café salta para o lado e nos promete que o dia vai ser uma maravilha.
Fez exatamente o mesmo que uma cafeteira do Lidl que tive cá em casa há uns 6 anos.

Segundo a minha mãe disse, com um brilho nos olhos que me faz ter medo de qualquer dia ser vendido para o mercado sexual para ela comprar cápsulas, o café é muito bom, mas fiquei com a sensação de que sei como se sente uma virgem que vai para a cama com um senhor com ejaculação precoce.
My heart is broken, alcachofras.

quinta-feira, novembro 15, 2012

O que é que se passa com a música hoje em dia?

Não bastando esta música ter ganho o MTV EMA de melhor música do ano:

Não bastando estes serem melhor artista masculino e feminino, respetivamente:

(I can't even...)


(A sério Taylor Swift, só sabes escrever músicas sobre os gajos que: te deram com os pés/foram teus namorados e foram uns merdas/não são teus namorados, mas tu ias lá porque aparentemente estàs desesperadíssima para desencalhar even though you're kinda cute?)
Não bastando levar com isto MESES a fio pelo facebook

(desafio-vos a dizerem-me o que percebem da música)
Não bastando dizerem-me que esta banda é de rock


Não bastando estes meninos terem esgotado o pavilhão atlântico em 7 horas


A Querida Lana Del Rey vai lançar um single em que diz que a sua patareca sabe a pepsi cola:


Por isso pergunto outra vez:
O que é que se passa com a música de hoje em dia?
Estou eu a ficar velho ou está toda a gente com cera nos ouvidos?

Vá, só para limpar um bocado os ouvidos.

E vocês?
O que acham da música que faz sucesso atualmente?
Vá, comentem, subscrevam, yada yada yada.



PS: eu não tenho vindo cá porque coiso.
A ver se agora tenho mais tempo minhas alcachofras!

quarta-feira, outubro 24, 2012

Os vegan pelos olhos de um omnívoro em tempos de crise

Desde que me lembro que não consigo comer aves de caça, porque tenho sempre a impressão que algures no meio do mato ficou um ninho de piquenas perdizes orfãs abandonadas ao relento, e eu estou a comer a mãe delas com batatinhas no forno e molho à caçador.
E por causa disto já houve quem me dissesse que eu devia virar vegan.

Eu não sei se isso seria algum elogio ou só um comentário como outro qualquer, mas hoje lembrei-me de responder.

Para começar não quero ser vegan porque os vegans são na maioria uns chatos.
Digo isto porque até à data nunca conheci um vegan que não tentasse obrigar toda a gente à sua volta a deixar de comer tudo o que tenha origem animal. E vamos ser honestos, para além de não ser nada simpático não respeitarem a opção alimentar das outras pessoas (como fazem com eles), ter que levar com um discurso moral efervescente cada vez que damos uma dentada num hambúrguer, ou comemos um ovo estrelado, dá sempre a sensação de que estamos a ser convidados para um culto religioso secreto “vamos abraçar um porco” ou “os ovos têm sentimentos”. Não é como se estivéssemos a matar vacas e porcos para fazer casacos de pele, ou para outro propósito fútil. É para comer...
Nessas alturas percebo como se sentem os fumadores com aquelas campanhas de choque em que mostram pulmões com cancro e pessoas com dentes podres. Not that great.

Depois há toda aquela coisa de não se poder comer nada que venha dos animais.
A coisa de não se comer os ditos animais eu percebo.
Aliás, é a única parte de ser vegan que eu até acho mais ou menos nobre, pronto.
Acho muito mal que se maltratem os animais que estão para abate, blablabla.
Mas alguém me explica de que maneira é que estamos a maltratar uma galinha por comer ovo cozido? Ou uma vaca por comer iogurtes?

Depois há todo o detalhe da comida vegan ser um dó.
Se eu tiver algum leitor vegan, já sei que me vai cair em cima e dizer que têm comida deliciosa e nhenhenhe. e quando são só os legumes eu até gosto e como uma data de vezes almoços vegetarianos, mas quando entra o tofu e o seitan e aquelas coisas que parecem mioleira alien, não sei, a minha fome evapora-se.

A coisa que eu mais gosto no meio disto tudo, mais até do que os pontos acima enumerados, é que ser vegan, é um desporto de gente rica.
Falam do respeito pelos animais e de como todo o mundo deveria adoptar essa filosofia de vida e nhenhenhe, mas se tiveres uma carteira vazia, comes carne ou tás lixado, porque tal como a equitação ou a vela, vegan é uma coisa de elites.

No, seriously, no supermercado compra-se um frango inteiro (1 quilo +-) por 3,60€. Um frango inteiro dá para 3/4 pessoas. uma família portanto.
Uma embalagem de tofu de 250 gramas custa 3,43€.
Digam-me lá quantos pobres têm dinheiro para coisas vegan, quando é quase tudo 2 a 3 vezes mais caro? Principalmente agora que estamos em tempos de crise?
É tudo uma hipocrisia, é o que é.

Dito isto, eu continuo a gostar de animaizinhos.
Gosto! Gosto das vaquinhas, dos porquinhos, dos cavalinhos, e dessas coisas todas. Curiosamente também continuo a gostar muito de uma costeleta, uma bifaninha, ou umas coxinhas de frango.
Deal with it.


E vocês pessoas?
São vegan - se forem vêm já reclamar, I know the drill - , vegetarianos, comem só peixe, ou são aqui como o Je e comem de tudo?
Seriam capazes de ser vegan?
Sim/não, porquê?
Acham que este modo de vida alguma vez vai ser mais acessível?

Vá, toca a comentar que eu vou comer o belo do hambúrguer, e um ovo estrelado com manteiga.

quarta-feira, outubro 17, 2012

Eu não quero ser velho

Quando digo às pessoas que tenho medo de envelhecer, sei que ninguém me leva a sério.
Pensam que estou a falar da boca para fora, que é só mais uma piada – afinal, eu estou sempre a brincar – , riem-se e descartam-me, e a conversa fica por aí.

Mas mesmo que as conversas morram, o tempo continua a passar, e o meu medo não desaparece.
Não é nenhuma fobia que me consuma 24 horas por dia, nem nada que se pareça, mas eventualmente dou por mim a pensar nisso.

Qualquer dia vou de facto ser velho.
Isto pode parecer ridículo, afinal, vamos todos envelhecer, e eventualmente morrer, ciclo da vida, bla bla bla.

O que me assusta, não são as rugas, os cabelos brancos, o corpo decair e a beleza se esgotar (não estou a dizer que sou um Brad Pitt, mas também tenho a minha auto estima, né?), por mais sinistro que possa parecer.
Acho que não vou ser daqueles maluquinhos do botox, que fazem de tudo para parecer uns meses mais novos.
Posso ter os meus grandes momentos de futilidade, mas sei bem que a vida é mais que isso.
Também não acho que a vida acabe na 3ª idade, afinal, inventaram-se as vitaminas e o viagra para alguma coisa. Vejo muitos velhotes a fazerem mais coisas que eu e a viverem vidas muito felizes e contentes, nos seus bailaricos de domingo, e férias sénior pela europa fora.

No trabalho, já tenho uma “carteira de clientes”, uns quantos clientes que já vão de propósito à minha caixa, e falam comigo na rua, e gostam de mim.
E uma parte considerável dessas pessoas já passou os 70 anos.
E de vez em quando lá me dizem, pelo meio de sorrisos envergonhados – ou não, que isto há de tudo – como os filhos foram viver as vidas deles, e cuidar da própria família.
Mas não faz mal nenhum!
Vêm de visita no natal, na páscoa ou no verão, e entretanto passa-se a vida como se pode.
E quando se despedem, agradecem como podem a atenção que uma pessoa lhes dispensa enquanto os ajuda a arrumar as compras e lhes pergunta pela saúdinha.

E eu vejo como algumas delas estão sozinhas.

E é esse o meu medo.
O meu medo está – para além da óbvia proximidade da morte – na possibilidade da solidão.
Quando eu falo em solidão, 75% da população salta logo no comboio do romance e pensa que estou a dizer que tenho medo de encarquilhar e nunca encontrar a minha alma gémea, morrer velho e encalhado, mas não é nada disso.

Quando ficamos velhos, o mundo vira-nos as costas.
Podemos não reparar de princípio, mas acaba por assentar a ideia de que já não estamos novos, os amigos vão morrendo – e já não é propriamente visto como uma coisa inesperada – o mundo vai evoluindo muito depressa, passamos a ser “muito velhos para” tudo e mais alguma coisa, e as pessoas passam a encarar-nos como tal.
Olham-se os velhos como se tivessem peçonha, destratam-nos sem ocorrer que mais cedo ou mais tarde vão lá chegar.
Ninguém quer admitir, mas é essa a verdade.

É claro que é só uma face da moeda.
Eu sei que nem toda a terceira idade acaba sozinha e abandonada… mas é dessa possibilidade que tenho medo.

E vocês?
Têm medo de envelhecer?
De algum pormenor em particular, ou de todo o processo?
Acham que a terceira idade é tratada de forma adequada?
Ponderam muitas vezes como será a vossa velhice?
Comentem subscrevam, sigam, façam likes, essas coisas todas e mais algumas, que eu vou aproveitar a minha chuvada.

quarta-feira, outubro 03, 2012

Ninguém quer ser gordo*

Não é uma afirmação simpática, ou bonita, mas é a mais transparente das verdades.
Ao contrário da magreza, ou dos músculos, que nem toda a gente quer alcançar (pasmem-se, nem toda a gente quer ser magra, tonificada ou musculada) não conheci, até à presente data, uma única pessoa que de sã consciência me tenha dito “eu cá quero é ficar gordo(a)”.

Não acho que tenha tanto a ver com os benditos padrões de beleza, como se quer fazer parecer pelos feios deste mundo.
Porque ser gordo não quer dizer ser feio.
Não, o grande problema de ser gordo é, acima de tudo, não ser prático.
Afinal, vivemos num mundo formatado para pessoas médias, e ter um corpo que não caiba num carro, num avião ou num par de calças é uma coisa que obviamente ninguém quer.

Não estou a dizer que os gordos são aberrações da natureza, que os odeio ou que tenho qualquer tipo de repulsa por eles .
Não estou a dizer que por ser magro sou melhor que qualquer gordo, Isto não é uma das teorias MargaridóRebeloPintónicas, de que as gordas têm sorte porque podem dar peidos e mijar em pé sem se preocuparem, e que a boazona magra é que sofre.
Não estou a dizer que os gordos não são gente, e por serem gordos são cidadãos de segunda.
Estou a dizer que Ninguém quer ser gordo.

E ninguém quer ser gordo porque um gordo é "cheiinho", "rechonchudo", "forte" - aparentemente ganhar 20 quilos concede a um indivíduo mais força - ,you name it, tudo menos a palavra começada por “g”, que continua conotada como um grande insulto (embora sempre se refiram a magros como magros.)
Porque em pleno século XXI, o gordo é tabu.
Um tabu que se trata de 3 formas diferentes.
Ou se ridiculariza - idiota do gordo - , Ou se beatifica - coitadinho do gordo -, Ou se ignora - gordo? não, forte.

E há toda uma cambada de cínicos pelo mundo fora a tentar disfarçar este facto.
Cínicos que do alto da sua magreza tomam as dores dos gordos, como se percebessem alguma coisa do que eles passam – É a mesma coisa que eu agora debitar sobre os sofrimentos das grávidas, get the point?
Cínicos que dentro das suas skinny jeans debitam sobre como “a beleza existem em todos os tamanhos”, para cinco minutos depois debitarem no facebook sobre o pneu da celebridade de eleição.
Cínicos que chamam a esta sociedade preconceituosa e superficial mas que nunca se sentiriam atraídas por uma pessoa que vestisse mais que o XL.

E com isto tudo não estou a pedir aos gordos deste país para se inscreverem no ginásio ou se cobrirem com uma burka, se jogarem da ponte ou desenvolverem um distúrbio alimentar.
Não estou a dizer também aos magros deste país que se sintam bem só porque são magros.
Só peço aos cínicos que se parem com as doses maciças de politicamente correto e aceitem o facto de que ninguém quer ser gordo.


*Claro, que ser gordo é uma coisa muito subjectiva, interpretem como quiserem alcachofras.

quinta-feira, setembro 27, 2012

Campónios modernos

Estava a dar na SIC uma reportagem sobre as mudanças da vida dos portugueses nos últimos 20 anos.
Aparentemente agora o povo Português está a regressar ao campo e a deixar as cidades.
É ver as tias todas muito apologistas de uma vida mais "verde".
E viva os passarinhos, e a hortelã num canteiro no quintal, e a vizinha arminda que cria galinhas, e os passarinhos a cantar, e o sol a brilhar, e o ar puro nos pulmões e as àrvorezinhas, e as vaquinhas, cabrinhas e coisas assim supé rurais.
Agora com a crise ainda temos mais um rol de desculpas para essa migração. os jovens vão porque recebem incentivos, as famílias vão porque o stress da cidade é desgastante, e porque as casas são mais baratas, e muitas pessoas vão par apoderem cultivar os próprios legumes na sua própria horta, e aproveitar e fazer uma sopinha caseira no verdadeiro sentido da expressão.
Numa frase?
Deus me livre.
Cada vez que vou à aldeia da minha avó, Acabo quase sempre a morrer de tédio.
Não que odeie aquilo - que não odeio - mas aquela calmaria - que é muito boa, terapêutica e relaxante para mais de meio mundo - para mim é uma tortura.
Talvez por ter vivido numa cidade a minha vida toda (e sim, eu tenho noção que Albufeira não é uma cidade convencional) nunca me passe pela cabeça ir passar a viver no dito campo.
Podia incorrer aqui em milhões de argumentos, mas o principal é que detesto o tédio do campo.
Sempre que vou a uma aldeia, sou confrontado com 3 alternativas para passar o serão.
Ou o passo em casa, a ver TV, de volta da lareira,
ou vou a um dos mil cafézinhos superpovoados e a cheirar a tabaco e com 30 pessoas a gritar ao mesmo tempo que há em todas a esquinas,
ou vou para o parque da aldeia, sentar-me num banco conversar e congelar até à morte.
É como se houvesse um fuso horário diferente, às 11 da noite, o campo "desliga-se".
As pessoas não andam na rua. Não se ouvem conversas, não se ouvem os carros, (banda sonora da de qualquer cidade), não se ouvem carros de polícia ou ambulâncias. só se ouvem os grilos. e muitas vezes nem isso. dà a sensação que o mundo acabou lá fora e alguém se esqueceu de nos dizer.
Talvez daqui a uns anos olhe para isto, e me ria, quando nalgum universo paralelo viver numa quinta algures no Norte rural e cultivar as minhas próprias couves, mas por enquanto, vida no campo, thanks, but no thanks.

E vocês?
São mais virados para a cidade ou para o campo?
Considerariam ir viver para o campo?
Sim, não? 
Deixem as respostas na comment box, que eu vou ali cavar umas batatas.

quinta-feira, setembro 13, 2012

Politiquices

As pessoas estão-se a revoltar com o Passos pelo facebook, como já é ,aliás, hábito.
Clamam revolução, um novo 25 de Abril, porque estão completamente cansadas deste Primeiro ministro mentiroso, que nos está a levar à falência e a destruir o país, e nhenhenhe.
E fazem-se mensagens corrente e uma data de petições aqui e acoli.
Sinceramente, acreditam que isso vai mudar alguma coisa?
Muda tanto como aquela famigerada mensagem imbecil que o sodotor Passos coelho espetou no facebook, que para além de meia tonelada de comentários e "likes" nada fez para mudar para melhor ou pior a situação de quem quer que seja.

Se estão À espera de um texto com grandes ambições políticas, podem fechar a janela e ir ler o público, ou abrir o facebook, encontram lá uns quantos.

Os grandes argumentos da revolta de muitas das pessoas que nem percebem o que é que se está a passar em redor deixam-me um sorriso nos lábios:

"Ah e tal, ele prometeu e não cumpriu!"
Vamos por aí meus chuchus?

Sabem que isso é praticamente o mesmo que dizer que um ginecologista vê vaginas, right?.
São políticos.
Numa época de eleições abraçam criancinhas, beijam velhinhas sem acesso a Veet,vão aos arraiais, às fábricas, ao campo, e à quinta da ti margarida que exporta compota de alfarroba, fingir que querem saber do eleitorado. e a carneirada vai toda atrás.
Ah e tal, mas ele não está a fazer o trabalho dele como deve ser.
São políticos.
Num mundo ideal eles lutariam por uma democracia digna de revista, e por fazer a nossa vida melhor e por melhores condições de vida, e pelos ideais dos partidos que representam - que até hoje não sei distinguir- mas o que eu vejo é uma catrefada de urubus a rondarem a cadeira de governantes, para terem poder sobre tudo e mais alguma coisa, e não fazerem nada de especial quanto a isso. O partido -A, B, C ou D - não quer dizer nada.
Se o Primeiro ministro fosse o do partido tal era diferente!
São políticos
Se estão na oposição opõem-se (por mais redundante que isto possa parecer, as pessoas nem sempre percebem), mas estão todos atrás dum tachinho, e quando o arranjam, largam mais depressa os ideais do que o que eu demoro a escrever supercalifragilisticexpialidocious.



E ninguém pára para pensar que se não fosse esta alminha a aterrar em belém, tinha sido outra - O querido Socras que nos meteu noutras enrascadas que tais - e que nem por isso íamos estar melhor.
E quando as pessoas se sentissem traídas por não lhes cumprirem as promessas de menos impostos, combustível mais barato e cirurgia plástica aos feios, iam cair novamente na mesma coisa.
Os mesmos insultos e promessas de revolução, e bonecos nos carros alegóricos de Carnaval.
E gira o disco e toca o mesmo, porque no final de contas... são políticos.

E eu continuo a assistir a isto tudo de camarote, para apreciar quando daqui a uns tempos, vierem as eleições, metade desta gente muito revolucionária e cheia de traquejo político ficar com as nalgas no facebook e não for votar.

quinta-feira, agosto 30, 2012

A moda na blogosfera

Eu já falei deste assunto com imensos amigo em conversas, mas acho que nunca o cheguei a abordar efectivamente aqui no blog -I'm so totally smart.
Hoje o assunto voltou à baila pela milionésima vez, e pronto cá vim eu pedir opiniões



Para vos contextualizar vamos lá abrir o assunto:
Eu estou na blogosfera desde 2007 (como se pode facilmente ver no meu perfil público), e quando cá entrei, a blogosfera – Portuguesa, que foi a única que explorei – era um recantozinho meio esquecido, quase totó, onde só iam os que tinham paciência de escrever qualquer coisa sem esperar nada em troca.
A Pipoca mais doce era só mais uma blogueira, do arrumadinho nem cheiro, e por todo o lado havia blogues estilo diário (mas no verdadeiro sentido da palavra, tipo: "hoje comi um iogurte de ananás e caiu-me mal". O drama, O horror, boo ooh).

Eventualmente as coisas começaram a mexer.
A Internet já estava ao dispor de toda a gente, e sejamos realistas, ouvir falar de TPMs e namoros só rende até certo ponto.

O número de assuntos abordados cresceu quase tão exponencialmente como o número de blogues a serem criados. E quando nada o fazia prever- há coisa de 2 anos aproximadamente -, deu-se o boom da blogomoda na blogosfera Lusa.
As antigas meninas (e meninos) dos diários virtuais, aperceberam-se que aquilo já era e abriram na sua maioria blogues de moda, e atualmente 5 em cada dez blogs criados por cá são de moda e derivados.

Não sendo eu grande expert em modismos – talvez por achar que o universo das tendências é demasiado volátil para eu perder tempo a segui-lo – comecei a achar estranho subitamente tanta gente se ter interessado pelo mesmo assunto do nada.
Lendo 4/5 seguidos, começamos a reparar nas pequenas semelhanças.
Promovem-se as mesmas marcas, falam-se das mesmas lojas, das mesmas cores e dos mesmos assuntos, numa fatia considerável desses blogs.
Ao invés de se criarem tendências, repetem-nas indefinidamente.

E aqui começa o debate.

Quem de vocezes tem um blog de moda? manifestai-vos!

Até que ponto contribuem estes blogs para o consumismo dos leitores?

O que acham que leva a uma tão grande afluência dos bloggers para esta área?
Pessoalmente, pendo para os patrocínios.
As lojas e marcas gostam de exposição, então “patrocinam quem queira divulgar”, e há muito quem goste de borlas descaradas.

Acham que a moda em si beneficia da existência – e do foco de interesse trazida – dos blogs da especialidade?

Vá, manifestem-se,Comentai e essas coisas todas, que estou aqui à espera.

PS: Como já devem ter entendido eu não costumo responder aos comentários nos posts, mas hoje abro uma excepção e vou responder a todos os comentários neste post, - até porque tive que cortar mais de metade do que tinha escrito por estar a dar uma opinião pessoal, quando o que quero é que vocês me digam as vossas .

quarta-feira, junho 27, 2012

Tatuagens, accessorizing até ao próximo nível?

Hoje vi pela primeira vez uma colega minha, a Y, fora da farda de trabalho.
E a primeira coisa em que os meus olhos aterraram foram nas tatuagens dela - vamos só dizer que não foi uma visão agradável, e que nem quero imaginar o que mais estará escondido debaixo da sua roupa.

Agora entra todo o dilema moral de "Ah e tal, o que para ti é feio para ela é bonito yada yada yada" , mas isto é o meu blog, last time I checked
So....

Ora bem, não gosto de tatuagens.
Não há maneira de dizer isto com falinhas mansas.
Não acho sexy, irreverente ou inovador.
É só tinta que não sai, e que nem sempre faz boa figura.
Nem era nada má ideia haver alguma espécie de critério para se poder fazer uma tatuagem, para além do básico “ser maior de idade” - porque isso é mesmo muito fiável.
Não vou ser hipócrita, admito, já ponderei uma ou duas vezes fazer uma, mas cheguei à conclusão que - para além de fugir de lá a correr mal sentisse a agulha - é demasiado permanente e daqui a uns anos posso não gostar de tudo o que gosto hoje, (mais particularmente do que tatuei) coisa que acho que muita gente não faz.

A verdade é que agora com o verão, se vê mais e mais pele à mostra, e quanto mais vejo, mais me pergunto sobre quantas pessoas se arrependem de terem feito a sua “marquinha”.
O melhor é que há todo um conjunto de tatuagens invariavelmente foleiras, que mesmo assim não deixam de ser bastante populares:
  • Tribais – Okay, esta é a mais comum. É tipo ondinhas, riscos e triângulos espalhados pelos braços. Os meninos do bombex made in gym adoram, dá todo um ar badass que eu não percebo.
  • Tatuagens de namoro – são aquelas mais giras, em que o Joaquim tatua “DINA” em todo o antebraço, até 5 meses mais tarde andar com uma Teresa, e a Dina já estar no canadá com o Manel. Still, the tattoo is there.
  • Tatuagens no meio das mamas – Tenho que explicar a que níveis é que isto é foleiro? Well, digamos que eventualmente a gravidade segue o seu curso, e não vai ser uma visão bonita. Para além de que estraga todo e qualquer decote.
  • Tatuagens com citações – Ahm… querem partilhar citações? Tweetem, facebookem, tumblrem (aportuguesar isto é um máximo). Daqui a meia dúzia de semanas, a citação já não vai ter tanta piada… e vai estar lá.
  • Fotos de parentes tatuadas no corpo – O que aconteceu à mítica foto dos putos e da mulher na carteira? E nem vamos entrar pelo pormenor de 90% das tatuagens a partir de fotos parecerem possessões demoníacas.
  • Acessórios tatuados – Atacadores nos pés, laçarotes, nos pulsos, atilhos nas costas… a isto se chama preguiça de ir às lojas comprar.

Não quero com isto dizer que me faz impressão ver ou que acho que todas as tatuagens são horrorosas – admito que há por aí muita gente com algumas bem giras… o que não me dá mais vontade de fazer alguma. – Mas é o vosso corpitxo, metam um braseiro nas nalgas a ver se me importo.



E podia continuar aqui com exemplos muito maus – dos quais destaco a bendita maquilhagem permanente, em que algumas alminhas tatuam sombra nos olhos ou risco nos lábios, porque “poupam dinheiro” (really???)– mas deixo esse serviço para vocês (podem-se inspirar aqui).
O que pensam de tatuagens?
Têm alguma? Queriam ter?
As pessoas pensarão o suficiente antes de se tatuarem?
Acham que as pessoas com tatuagens são discriminadas? (eu acho que nalguns casos são)
Que tipos de tatuagens foleiras podiam ter sido enumeradas acima?
Vá, toca a ler, comentar, e subscrever. Ah e já agora, continuem a votar ao lado!

sábado, junho 09, 2012

E vamos todos brincar ao polvo Paul

É só votar acima, quem acham que ganha hoje se a selecção nacional, se a Alemã neste fantástico jogo do Euro 2012 de que toda a gente fala de manhã à noite - e do qual eu falo por osmose.

A votação fecha quando começar o jogo (mais ou menos, pelo menos está programada para tal).
Quem acertar pode ganhar...
Well.... não ganha nada, mas ao menos votou, e exerceu esse direito fundamental!

terça-feira, maio 29, 2012

Amizade de género - parte I

Como já não tenho tempo de terminar o post antes de ir para o trabalho, deixo aqui a pergunta introdutória para o post que vão ler mais logo:

Acham que as amizades entre mulheres são diferentes das entre homens?
Porquê?

Não vou desenvolver mais, porque senão repito-me completamente.
Até jáááá

quarta-feira, maio 23, 2012

Erva, legal?

Vamos abrir o debate aqui no blog:
Legalização da Marijuana:
És a favor ou contra?
Quais os prós dessa medida? E os contras?

Achas mais saudável o acesso facilitado às drogas "legais" such as álcool, tabaco e substâncias tão recentes que ainda não estão inseridas no sistema de narcóticos e etc?
Já alguma vez consumiste?
Não deixo a minha opinião para não "influenciar" o rumo da conversa
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