segunda-feira, janeiro 17, 2011

Formas de Lidar com um par de… pronto, com uma traição

Ontem à noite com a bela da insónia pus-me a ver um telefilme sobre bigamia.
Um homenzinho que tinha duas famílias e tal.
E isto pôs-me a pensar que deve ser horrível sustentar essa traição, caso se descubra a verdade.
E que não sei como é que há pessoas que consigam levar as coisas a estes pontos.

A traição pode acontecer a qualquer um, é verdade… E muito provavelmente até já aconteceu a algumas boas alminhas que nem sonham com isso.
Nunca percebi muito bem qual a utilidade da traição (cá estou eu com os meus “para quê?”) porque se não se gosta do que se tem no prato, pode sempre mudar-se de prato não?
E isto é válido para eles e para elas.
Digo eu né?

Mas de qualquer maneira, a ideia deste post não arranjar motivações, nem ver os dois lados, nem em condenar ou julgar quem enfeita a testa do próximo.
O que é que acontece quando se descobre uma traição?
Como as respostas são tantas, achei que podia pegar e ilustrar os exemplos que me ocorressem de métodos de lidar com uma traição com uma música/vídeo.

Antes de explicar, numa relação em que há uma traição, passa a haver 3 elementos.
O elemento traído
O elemento traidor
O instrumento de traição
Obviamente não vou explicar o que é nenhum destes, vocês chegam lá sozinhos xD

Para o elemento traído, tenho estas magnificas sugestões:
A barraca -
Ok, removam a parte das coreografias fanhosas. E a parte da péssima representação… e a parte de ser numa espécie de clube underground em que o evento da noite é ver pessoas à porrada… e as micro roupas e Maxi penteados… e têm uma situação mais ou menos viável.
Este tipo de reacção é dos mais giros de se ver ao loooooonge.
Aqui em Albufeira no verão é só escolher aqueles bares mais cheios e esperar. A dada altura duas bifas vão andar à porrada por causa de um namorado. E se for preciso até partem copos e vem a GNR e dão com cinzeiros umas nas outras (ai a beleza do verão).
Quem nunca viu já dois indivíduos à porrada por causa de uma jovem que provavelmente os andou a enrolar? Ou quando (adoro quando as gaijas fazem isto) se apanha aqueles confrontos de uma gaja traída com as amigas todas a ajudar e a afinfar na “outra”? Nunca fiquei perto para saber o que se passa depois da barraca, mas coisa bonita não garanto.

A vingança -
“Depois do leite derramado, o melhor que se faz não é chorar. É partir a caneca” que citação mai linda que me veio à corneta agora mesmo xD. Anyway. Há quem prefira isto a um confronto físico com o elemento traidor e com o respectivo instrumento de traição. Ele é rasgar roupas, graffitar paredes do prédio, ligar para o emprego do elemento traidor e revelar uns quantos podres.. you name it.

A atitude desdenhosa -
O mais comum. Insultar o elemento traidor. Deitar abaixo a imagem que se construiu dele e fazer os possíveis para se sentir melhor com isso.O que importa é sempre passar a ideia que não se importam nada com a situação e que até foi feito um favor em livrarem-se de uma pedra no sapato. Mesmo que por dentro estejam em cacos.

A paga -
O que vai vem. Simples como isso.
Não é a mesma coisa que a vingança, consiste mais em pagar na mesma moeda e arranjar alguém para fazer ciúmes e por aí.

A dramatização -
Ok, eu sou muito bom ouvinte e confidente, e acabo por ouvir toda a gente com muita paciência… mas quando chega a aturar os dramas amorosos das outras pessoas, não aguento. Vai sempre tudo dar ao mesmo! No entanto, se há coisa que posso afirmar com base no que já vi, é que geralmente, quanto maior for o drama que uma pessoa faz, e quanto mais bate na mesma tecla o mais provável é que a traição magoou mas não foi assim tanto e não tarda vai voltar ao mesmo.
Claro que também há a hipótese de ignorar e seguir em frente, mas essa não tem música e vídeo xD

Para o elemento traidor há menos opções e eu só encontrei literalmente um tipo de música em que o cantor/cantora diz que enfeitou a testa de alguém.:
O arrependimento e rastejamento -
Sim, perseguir o elemento traído e pedir desculpa e dizer que foi tudo um erro e blablabla… mesmo que saibam ambos que mais tarde ou mais cedo vai fazer o mesmo.

E vocês?
Que outras maneiras conhecem de lidar com a traição?
Já alguma vez foram traídos?
Já alguma vez traíram?
Se sim, usaram alguma destas maneiras?
Acham que uma traição é perdoável?
Se souberem que um elemento de um casal amigo trai o outro, contam-lhe?
Vá, a comentar e a subscrever sim?

[A Ouvir: Nada]

[Humor: Satisfeito]

domingo, janeiro 16, 2011

Perguntas de Fim de Semana V


Numa altura em que só se fala de coisas deprimentes, e crises e por aí afora, seguindo a letra da música acima:
O que é que TU (que estás a ler isto) tens que valha a pena celebrar?
Alguma coisa fantástica que tenha acontecido ou está a acontecer?
Alguém muito especial?
Ganhaste um prémio na lotaria?
Vá, partilha e ao pensares nisso aproveita para ter um óptimo fim de semana ;P

[A ouvir: Alucinador- Marjorie Estiano]
[Humor: Esperançoso]

sexta-feira, janeiro 14, 2011

Somos Loucos por vivermos num mundo louco, ou é um mundo louco porque somos todos loucos?


Há um dito popular que diz “de médico e de louco, todos nós temos um pouco”
E é um bocadinho verdade.
Afinal, quem é que nunca fez uma loucura na vida?
As loucuras acabam por ser a escolha “alternativa” dos nossos actos.
Elas estão ao virar de cada esquina, em cada acto que tomamos, a um canto a gritar “escolhe-me” tentando convencer-nos a optar por fazer o que no fundo até nos apetece mas que sabemos não ser uma opção muito viável, aquilo que sabemos que “não devia” ser feito mas que acabamos por fazer só pelo gostinho a adrenalina que fica no fim.
Debilóides ou Malucas?

Sim, porque o que distingue um “bom maluco” de um “debilóide” é o motivo.
As loucuras sem sentido não chegam a ser loucuras… são apenas idiotices, impulsos animais.
Podemos fazer uma loucura por amor (quem já não as fez?) por ambição, por inveja, por desespero ou por qualquer outra coisa, you name it...
Há quase sempre um gatilho a ser puxado.
Algo que nos impulsiona a fazer as nossas pequenas extravagâncias.

Vejamos… toda e qualquer loucura divide-se em três estágios: Impulso, execução, consciencialização.
Começa por se formar uma vontade no fundo da cabeça, um ímpeto irresistível que não conseguimos ignorar (impulso). Essa vontade cresce de maneira exponencial, até que a satisfazemos da maneira mais impensada possível (execução).
E depois de passar aquele “fogo” do momento, damos por nós a prestar atenção ao que fizemos (consciencialização).

Mas…. E depois?
Depois da consciencialização ainda há aquela fase que nunca é contabilizada: a fase das consequências.

Este post é sobre isso mesmo.

Falando por mim, que sou uma pessoa deveras impulsiva, as loucuras existem na minha vida a montes e não parava de as fazer nem por nada.
E É BOM!
Oh Deus como é bom fazer algo completamente doido sem pensar no que estamos a fazer, surpreender tudo e todos e saltar duma falésia (para dentro de água. Este blog não apoia incentivos suicidas, tá bem?) ou fazer qualquer coisa que ninguém esteja à espera e surpreendermo-nos a nós próprios
E na altura que as fazemos sentimo-nos bem, livres e vivos, mais do que normalmente, pelo menos… só pelo simples facto de sabermos que estamos a fazer alguma coisa maluca.
E isso é bastante bom… mas e depois da loucura?
Sim, e depois?
Geralmente nunca se pensa nisso quando se faz uma loucura de qualquer espécie… mas as loucuras têm riscos associados (por isso é que é uma loucura né? Duuuh xD).

E grande parte das loucuras que cometemos pode trazer consequências… e estas consequências nem sempre são agradáveis, acabando por cair em cima de nós mais tarde ou mais cedo e marcando-nos de certa forma, em alguns casos específicos. (daí ter escolhido esta música acima. A “tatuagem que não sai” acaba por servir de metáfora para essas possíveis marcas… ok também escolhi a música porque adoro? xD)

Depois de uma loucura, podemos lidar com as consequências das mais variadas formas. 
Podemos lamentar-nos do que fizermos, e sentir pena por nós próprios, ficando basicamente no mesmo lugar e cada vez mais miseráveis e com medo de arriscar. 
Podemos ignorar completamente as consequências, fugindo-lhes e fingindo que nunca aconteceram, continuando a fazer as loucuras sem grande ponderação e sem medo das consequências porque nunca as vamos enfrentar de qualquer maneira… 
ou fazer podemos fazer como a canção  sugere e tentar arranjar um jeito de tentar consertar o que está feito… ou atenuar os efeitos se não for possível consertar…

Porque as consequências podem ficar lá, como tatuagens marcadas na nossa pele.
A escolha entre mostrá-las como prova da nossa aprendizagem com os nossos erros ou escondê-las para que as pessoas não saibam o que se passou é inteiramente nossa.

O que eu queria saber era:
E vocês?
Já fizeram muitas loucuras?
Ainda fazem muitas loucuras?
De que tipo as fazem/fizeram mais? Amor, ambição… qual?
Qual foi(foram) a(s) maior(es) loucura(s) que já cometera? (era giro que pusessem aqui pah)
Como lidam com as consequências das vossas loucuras?
São pessoas de arrependimentos, ou é bola pra frente?
Vá comentai!

[A Ouvir: Johnny - Melanie Fiona]

[Humor: Divertido]

Das Rotinas

Viver num loop infernal chamado simpaticamente de "rotina" queima-me por dentro.
Inspirar todos os dias pequenos goles de mesmice é feito de maneira quase automática 
E a dada altura deixamos de pensar nas possibilidades para além das que fazemos de costume.
A rotina mata-nos lentamente, e nós estamos bem com isso.

Eu sei que há quem ache que a rotina é uma coisa fundamental, e que o ser humano se apega a ela por ter uma noção de estabilidade maior quando sabe como se vai processar o dia.
E em parte eu até entendo o ponto de vista, faz sentido, não ter que me preocupar com todos os detalhes do dia a dia por já saber que vou proceder de forma A, B ou C assim de maneira intuitiva. Não vou acordar de manhã e pensar o que vou cozinhar para o pequeno almoço (ok no meu caso não penso mesmo porque não tomo pequeno almoço) porque já estou habituado a fazer omeletas com fiambre (ok primeiro exemplo que me ocorreu).

Mas isso não funciona comigo.
Não sou pessoa de me acomodar.
Não gosto de estar parado.
E colar-me a uma rotina aborrecida é o mesmo que estar parado.
Aliás, é pior.
Sinto-me uma marioneta presa numas mãos enormes invisíveis e controladoras, que me ofuscam os pensamentos e me pré-programam, como se por muita vontade própria que exerça no meu dia-a-dia, não me vá servir de nada porque sei que não vou sair do lugar.

A rotina está lá, na vida de toda a gente, e manifesta-se sempre da mesma forma, é basicamente como o barulho do transito. Pode fazer um bocado de impressão inicialmente, mas mal nos habituamos a ele deixamos de o ouvir completamente.

O que para muitos é um apoio e uma certa segurança, para mim é no entanto um obstáculo.
Eu entendo perfeitamente que a rotina é necessária e blablabla, mas embora tenha todas essas noções só consigo coexistir com ela se sentir que estou a fazer algo de útil ou preze roso (ou os dois ao mesmo tempo).
Caso contrário é basicamente como se me mostrassem uma paisagem magnífica mas me mantivessem preso num labirinto de vidro.
Vejo tudo, e fico com vontade de explorar todos os recantos dessa tal paisagem, mas acabo por só poder seguir os caminhos que o labirinto me permitir.

E eu ODEIO essa sensação de impotência.

A rotina está lá, e por vezes estorva-nos.
Porque temos o dia planejado para acontecer de determinada forma não temos espaço para os fantásticos imprevistos que podem resultar em qualquer coisa fortuita.

Nunca vos apeteceu ser uma outra pessoa?
Não falo no sentido figurativo, em mudanças de atitude e de forma de encarar a vida, e de crescimentos e blablabla, que resultam em encararmo-nos como pessoas diferentes após essas mudanças.
Falo do sentido literal. De experimentar uma outra vida que não a vossa, nem que por um dia?
Ver o mundo com outros olhos, não lidar com os nossos problemas, ou com a falta dele.
Não lidar com a nossa vida, pelo menos durante um curto período de tempo.
Eu já tive essa vontade umas quantas vezes.
Gostava de acordar um dia e ser piloto de aviões, por exemplo.
E depois ir-me deitar e voltar ao dia a dia costumeiro.
Só para ter a noção de como era. Só para não ver sempre as mesmas caras, ter as mesmas conversas, ler as mesmas coisas, ver os mesmos programas, e repetir isto tudo dia após dia após dia.

Ou então acordar um dia como outra pessoa qualquer e mandar toda a gente com quem não engraço à merda. Vá riam-se, mas obviamente que não vou mandar toda a gente que não caiu nas minhas graças à merda num dia normal.

Posso contemplar uma ou duas alminhas sortudas com essa glamouroso deleite, mas se fosse a toda a gente ficava logo sem voz quando chegasse a um quarto da lista. Se fosse outra pessoa qualquer não havia problemas, pelo menos pra mim.

Não estou com isto a entrar numa onda de “Ai odeio a minha vida e vou-me queixar disto aqui no blog, qual consultório sentimental”, é mais numa de “Queria que acontecesse alguma coisa de interessante na minha vida” aka “Estou entediado de morte com a minha vida ultimamente”, Ah e juntem a isto um “estou a chocar uma constipação maravilhosa” e têm a situação actual por estas bandas.

E vocês?
Como lidam com a rotina?
E como a quebram?
Gostam de imprevistos ou preferem saber como se vai processar tudo no vosso dia?
Já tinham pensado ser um outro alguém ou só esta mente demente é que pensou nisso?
Se pensaram, que lugar gostavam de ocupar por um dia?
Já abdicaram de muitas coisas em prol das rotinas?

PS: eu era para responder aos comments todos hoje, mas deu-me a preguiçaç. não me odeiem muito xD


[A Ouvir: As Horas-Marjorie Estiano]

[Humor: Bored]

quarta-feira, janeiro 12, 2011

O que é que Elas querem?

Nota1: Sim eu sei, esta musica é um bocadinho... coisa. mas poh, aquele título diz tudo xD 
Nota2: isto não é um post a falar mal das gaijas hã? Portanto nada de ataques, é mesmo uma pergunta pertinente.

Sim. Eu fiz “a pergunta”.
Aquela que milhões de homens questionam ao deitar e ao levantar.
Eu sinceramente não tenho paciência para pensar nisso assim tanto… mas de vez em quando vem-me esta dúvida milenar,

Afinal o que é que as mulheres querem?

Quer dizer, não quero saber as aspirações materiais ou profissionais de cada mulher deste planeta, nem da “gaja X”(sujeito de teste nas sondagens).
Falo do que é bónito e verdadeiramente complexo.
O que querem vocês mulheres no campo afectivo?
E neste preciso momento do texto, imagino que pelo menos 10 leitoras (e isto é ser simpático) estão a revirar os olhos e a pensar “ai então não é óbvio?”
NÃO, NÃO É.

Já chamaram ás mulheres sexo fraco e sexo forte. eu chamo sexo complicado.
Vamos a ver se me explico.
As mulheres dizem que gostam de homens divertidos, certo?
Maaaaaaas se conhecerem e se envolverem com um, ele passa de divertido a inconveniente ou infantil num estalar de dedos.
As mulheres querem homens sensíveis. E gostam de ser tratadas como rainhas, certo meninas? … Mas passados uns tempos com um espécimen assim, já dizem que ele é um conas.
Se querem atenção e a recebem, dizem que estão sufocadas.
Caso contrário, sentem-se desprezadas.
Se querem um homem condescendente e o ganham passa logo a banana.
Mas se for autoritário chamam-lhe dominador.
Querem ser cortejadas e admiradas, mas depressa começam a achar o jovem que o faz maçante. Se não o fizer acham que não gosta delas.
E podia continuar, mas sinceramente acho que as leitoras sendo umas queridas podem dar muitos mais exemplos na caixinha de comentários xD.

A coisa engraçada que eu reparo sempre, é que quando confronto alguma mulher com isto ela acaba sempre por mandar uma risadinha condescendente e anuir com a cabeça.
E eu já devo ter pelo menos mais 10 cabelos brancos à custa disto (um por cada vez que isto aconteceu)
Porque é como se me passassem assim a resposta num papelinho muito rapidamente em frente aos olhos. E o papelinho viesse escrito em sânscrito.

Mas porque é que isto é assim porra?
E nem ousem vir com a desculpa do “Ah tudo tem um meio-termo” que sei de fonte segura que também se cansam depressa disso. Que os homens demasiado comedidos perdem depressa o interesse por lhes faltar… como era mesmo? Ah, sim, paixão.

Quer dizer, eu sei que o ser humano no geral tem a tendência de querer aquilo que não tem, mas a maioria do mulherio que conheço leva isto a um outro patamar.
O melhor exemplo disto, como devem estar carecas de saber (AHAHAH Sara. Private Joke) quase todas as mulheres têm um “amigo”, sabem aquele idiota que está completamente apanhadinho por elas, e que provavelmente já se declarou umas quantas vezes sem sucesso por “não serem compatíveis”.
A partir do SEGUNDO em que o “amigo” arranja uma outra alminha que retribua, a “amiga” fica pior que estragada.
Pode só ficar passada sem saber porquê ou aperceber-se que sempre amou o desgraçado e iniciar uma cena rocambolesca de novela das 8.

As mulheres complicam tudo demais. Não podia escrever este texto e não citar aqui a Eva Longoria que disse a coisa mai linda sobre este assunto para uma revista qualquer que não me lembro o nome, mas assim da família da Cosmopolitan: “As mulheres são demasiado picuinhas, ou não querem por ser muito bonito e dar muito trabalho, por ser muito alto, ser careca e por aí. Se perdêssemos menos tempo a pensar nesses detalhes e mais a conhecer as pessoas era melhor (…)”

E eu que já adorava o raio da mulher passei a gostar ainda mais xD.
Se ela admite e é gaija, não faz mal nenhum se eu concordar né?
E eu pergunto às mulheres deste universo: “afinal o que é que vocês querem hã?” (imaginar-me a gritar isto no meio da estrada de pijama vestido, olhar virado pró céu e um barrete muy lindo que aqui tenho).
Respondendo à minha pergunta própria pergunta acho que o gajedo não sabe o que quer, então engonha e engonha até descobrir xD.

E vocês?
Leitoras, digam-me, o que é que as mulheres querem?
Elucidem-nos pobres Cromossomas XY com os mistérios labirínticos da vossa cabeça.
Leitores, vá, tentem também a vossa sorte a descobrir. Quem der o melhor palpite ganha … juízo xD
Porque é que (vocês todos) acham que as mulheres têm tendência a complicar?
[A Ouvir: All American Girl - Carrie Undewood]

[Humor: preguiçoso  ]

segunda-feira, janeiro 10, 2011

F-F-F-FÚTIL

Dia 29 de Dezembro foi dia de troca de prendas.
Literalmente.
Fui ao cinema com a Joana, dei-lhe a prenda dela, e aproveitei para trocar um casaco que me ficava apertado.
Chegado à loja, dei de caras com o pesadelo de qualquer pessoa falida.
SALDOS.
O que significa que o casaco desceu de preço.
Fui à caixa e ainda tinha crédito de 6€.
Viro-me pra menina da caixa e digo que não me apetece levar nada.
“Mas temos que lhe descontar este crédito”.
E lá andei eu pelas calmas na loja.
Até olhar para a loja e reparar que atrás de mim estava uma fila que ia até à porta, e uma data de olhos com intenções assassinas na minha direcção.
Com a pressa peguei na primeira coisa que me tinha chamado a atenção.
Umas luvas de cabedal.
E agora tenho umas luvas de cabedal que não precisava pra nada e sinto-me um gigolô com elas calçadas (as luvas calçam-se certo?).
Mas já posso dizer que tenho uma peça de cabedal (que não se inclua nos chicotes e mordaças, porque só assim é que é chique… e isto soou imensamente mal)

E esta citação seria um post mais que suficiente para muito blog que por aí anda.
E até para mim se acordasse virado praí.
Mas para muitos outros blogs e leitores seria automaticamente classificado como fútil.
Isto porque para além de estar imensamente na moda ser-se intelectual, como se não bastasse,  por causa disso a futilidade acaba por ser uma coisa muito mal classificada.

Aparentemente só as pessoas burras e desinteressantes e superficiais têm um lado fútil, porque não conseguem pensar em coisas complexas.
Torra-lhes os miolos ou assim.
É uma daquelas generalizações idiotas que eu muito adoro.

Por uma pessoa dizer futilidades não é automaticamente burra.

Claro que não é isso que 90% das pessoas pensam… Pois bem… FLASHNEWS:
Todos temos um lado fútil.

Deve estar cientificamente provado algures que não é saudável preocuparmo-nos com questões existenciais 7 dias por semana 24 horas por dia.
Tenho quase a certeza que isso tira esperança média de vida ou assim.
O mundo já é demasiado cinzento para nos pormos sempre com pensamentos complexos a torrar o que nos resta de esperança e paciência.
É preciso encontrar uma espécie de escape.
E a futilidade oferece-nos isso.
Claro que não precisamos de estar necessariamente chateados ou preocupados, o que interessa é que há alturas em que precisamos de afastar os problemas, ou os pensamentos em excesso.
E então recorremos à futilidade – que convenhamos é muito mais saudável que beber ou fumar, e muito mais barata que muita droga que por aí anda no mercado negro.

Afinal o que é o fútil?
“fútil
adj. 2 gén.
Insignificante; vão; frívolo.“
Falamos de/ pensamos em/ fazemos coisas fúteis para distrair a cabeça de coisas mais pesadas, para arejar as ideias.
Claro que também há aquelas pobres almas que não conseguem desenvolver raciocinativo mais complexos que os ditos fúteis, mas pronto isso é um azar deles, não é meu (Thank God)

Desde que Doseada ou usada em grandes doses muito poucas vezes seguidas, a futilidade nunca matou ninguém.
Pelo menos a mim não me matou e eu tenho dias em que acordo com a cabeça cheia de ventos tão fortes como o furacão Katrina, e em que olhar para uma montra, contar o nº de vezes que uma publicidade repete num determinado espaço de tempo, ou imaginar se comprar um par boxers da armani de 50€ compensaria o investimento, ou se seria a mesma coisa que um par dos chineses são coisas extremamente interessantes pertinentes e lógicas...
E aqui é que está o giro.
Somos sempre fúteis aos olhos de alguém neste mundo.

Para mim o que tem interesse pode ser completamente insignificante para vocês e vice versa.
Aqueles Blogs que se dedicam a falar de vernizes e maquilhagem em saldos (que odeio de morte BTW), têm tanto interesse para mim como aqueles que falam das épocas de transferências futebolísticas, no entanto, para o X ou a Y podem ser de extremo interesse e importância, e por exemplo, blogues humorísticos - aos que eu ache piada – podem ser completamente desprovidos de sentido lógico para eles.
Idiotas seriam se ligássemos a isso
.
E infelizmente há muitos idiotas. São idiotas, mas “graças a Deus” não são fúteis.
Sim porque conheço muita gente com duas mãos cheias de nada na caixa craniana que têm medo de falar dos seus interesses por saberem que podem ser ridicularizadas ou apelidadas de fúteis… e eu pergunto… isso não é tecnicamente ainda mais verdadeiramente fútil?


E vocês?
Tambêm têm acessos de futilidade?
O que consideram especialmente fútil?
Comentai, que eu amanhã respondo aos comments todos e passo pelos blogs, hoje estou preguiçoso demais.


[A Ouvir: Buyou - Keri Hilson]----> Não consigo ouvir isto sem repetir mil vezes xD
[Humor: Coiso]

domingo, janeiro 09, 2011

Perguntas de Fim de Semana IV

Seguindo a ideia da canção:

Acreditam que existe "O/A Tal"?
E em almas gémeas, acreditam?
E qual é o vosso critério? 
Só se aplica no campo amoroso, ou todos os outros também contam?
Cada pessoa só tem uma cara metade no mundo todo (essa não me convence)?

[A ouvir: The Concept of Being Hip - Glam Sam and His Combo]
[Humor: Feliz
]
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