domingo, agosto 07, 2011

Perguntas de Fim de Semana XXX

Como Hoje é Domingo, e Domingo =  blogosfera em banho Maria,
Digam-me:
Qual é aquela musiquinha que vocês sabem duma ponta à outra mesmo que não seja uma jóia musical ou uma coisa que apregoem aos sete ventos gostar?
Here's mine:

Vá, partilhem! sabem decor alguma música do Tony Carreira? Ana Malhoa anda pelos vossos Ipods? Ouvem Vengaboys como se não houvesse amanhã?
Toca a partilhar e Bom fim de semana
[A ouvir: Vocezes não vão querer saber xD]
[Humor: Divertido]

sábado, agosto 06, 2011

Epifania de uma noite de Verão

Há coisa de 2 dias, o meu pc passou-se.
Não é uma coisa que vos interesse muito, mas para mim foi a gota que faltava para me transbordar o copo depois de uma semana de merda, em que – literalmente- tudo me corria mal.
E hoje depois de horas de volta dele a instalar e desinstalar coisas, dei por mim com uma decisão em mãos.
Uma decisão completamente banal e idiota.
Eliminar ou guardar ficheiros velhos.
Tinha uma data de documentos completamente inúteis, com links soltos, frases desconexas e ideias que nunca passaram da fase embrionária.
E eu costumo guardar backups de tudo, não vá o diabo tecê-las.
Quando dei por mim, tinha eliminado aquilo tudo.
E acabei por inveitavelmente fazer a comparação.
Muitas vezes temos entulho na cabeça.
Nem são coisas necessariamente importantes ou que mereçam muito tempo, mas levam-nos à loucura, e a solução é das coisas mais simples que há.
Lixo.
Coincidência ou não, o dia começou a correr-me melhor.
Acho que não tarda vou deitar metade da minha vida para o lixo, e abanar o capacete, porque isto a vida são dois dias e o melhor é fazer directa.

E vocês?
Quais são aquelas coisas idiotas e desnecessárias que andam na vossa cabeça?
Exorcizem-nas!
Prometo que respondo aos comentários amanhã ou depois, ou depois.
O que interessa é que vocês sabem que eu respondo sempre.
Bom fim de semana.

[A ouvir: El Paso Blue - Sick of Sarah]
[Humor: Re-energizado]

sexta-feira, agosto 05, 2011

Pó de arroz e Pólvora

Acho que o meu problema foi ter nascido com uma consciência defeituosa. Não uma consciência que não funciona, apenas uma que consegue levar-me a fazer sempre as piores escolhas possíveis.
Hoje escolhi sair meia hora mais cedo do escritório, cheguei a casa e deparei-me com Robert, o meu noivo, a dar um tiro ao senhor Cheng, o vizinho do 1º andar dono da loja de conveniência da esquina.
Seria de esperar que houvesse pelo menos uma oportunidade para eu tirar satisfações, mas um revólver apontado directamente à testa de uma pessoa é uma espécie de bloqueio comunicacional.

Antes que a primeira bala me atingisse, dei por mim a fugir desesperadamente pelas escadas deixando os sacos da mercearia espalhados pelo caminho. Na altura lembro-me de pensar que os morangos caríssimos que comprei para sobremesa estavam completamente estragados depois de levarem com as latas de conserva em cima.
Agora estou encostada a um balde de lixo, a vomitar as minhas entranhas, com uns sapatos Louboutin novinhos em folha de salto partido, e umas olheiras de panda que a chuva torrencial me ofereceu, combinando-se com o meu rímel com as minhas lágrimas.

O meu psicanalista sempre me disse que eu tinha a tendência de me sentir atraída por homens de moralidade duvidosa… e verdade seja dita, as experiencias falam por si.
Desde Henry, o empresário musical com quem dormi duas semanas, que me convenceu a ser fiadora num empréstimo para um estúdio de gravações, e que me deixou a pagar sozinha o empréstimo depois de fugir para Mallorca, até Hans, ou alemão que me convidou para viver com ele, quando já tinha famílias constituídas em Hamburgo e em Viena, todos os homens da minha vida demonstraram a minha falta de capacidade de escolha.
Quis ligar a alguém, mas reparei consternada que não tinha comigo o telemóvel.

Os transeuntes olhavam para mim como se tivesse fugido de uma instituição mental, o que tendo em conta a minha aparência catastrófica não era totalmente condenável.
Olhando para o relógio apercebi-me que eram nove e meia da noite, não podia obviamente voltar para casa e fingir que nada tinha acontecido, e ir À polícia não era uma opção viável… tendo em conta que Robert trabalha na polícia. Usando o casaco como protecção – inútil – contra a chuva torrencial vasculhei a mala em busca das chaves do carro.

Amaldiçoei-me por me lembrar que as tinha no saco, junto aos morangos. No meio de maquilhagem, lenços, um snikers comido até meio, uma agenda, um carregador de telemóvel (que me deu vontade de chorar, tal era a sua inutilidade) encontrei um pequeno cartão rosa com letras douradas.
O número de Miranda.
Dirigi-me à cabine telefónica e pedi para fazer uma chamada a pagar no remetente.
-Diga que fala Alice Quarry.
E enquanto ouvia o sinal de espera do telefone rezava para que Miranda não tivesse mudado de telefone desde quando me deu aquele cartão.

Este texto foi escrito aqui há uns tempos e era para ter dado origem a qualquer coisa mais, mas nunca mais me lembrei de lhe pegar até ter visto o tema deste mês da fábrica de letras: "fugir".
Acham que devia continuar a história?
Como reagiriam numa situação do género?
Do que fogem as pessoas hoje em dia?
Toca a comentar, ler, subscrever e gostar no facebook, ah e pelo caminho, respondam à sondagem que vou colocar aqui acima.

[A ouvir: Love gets me everytime - Shania Twain]
[Humor: Cansado]

quarta-feira, agosto 03, 2011

Guia de Introdução aos anónimos

Definir o que é um anónimo devia à partida ser fácil.

Mas na blogosfera não é tão linear, visto que os anónimos se dividem em nuances mais ou menos hierarquizadas.
Há sempre aquele pormenor, a eterna duvida: será um nickname o equivalente a um anónimo? Eu acho que de certa forma é. Mas compreendo. Pode ter vários motivos e não acho nada de por ai alem. Mais ou menos 90% dos blogs que leio não têm os nomes verdadeiros nas postagens.
Os anónimos aparecem quando os deixamos.
Partilhamos uma opinião e eles entram nas nossas vidas (ou nos nossos blogs, há quem tenha dificuldade em distinguir) cheios de opiniões e conselhos.
E embora os anónimos que não deveriam ser mais do que pessoas sem conta no serviço de blogging dividem-se aqui em três grandes grupos.
1.       Anónimos clássicos – São basicamente as pessoas sem conta, em pequena quantidade, mas existem. Comentam as coisas com cabeça tronco e membros concordando ou discordando dos temas abordados. São uma mais valia na caixa de comentários porque acrescentam sempre qualquer coisa ao tema.
2.       Anónimos Trolls – divertem-se a insultar o autor. Estou sempre a apanhar disso por diversos blogs onde passo. Podem ser ofensas mais leves que acabam por soar a brincadeira, ou coisas que denotam a felicidade de espírito de tais pessoas. São em muito grande número infelizmente.
3.       Anónimos desanónimos – Com uma conta de blog, acaba por se criar uma pequena reputação. E há pessoas que têm medo de danificar essa reputação, então saem da sua conta oficial, inventam um nome e dizem o que lhes apetece. Não é preciso explicar que geralmente os comentários feitos desta forma servem para descarregar qualquer coisa que não podem dizer com a “identidade oficial” e já disse aqui há uns dias num blog, voltando a dizer aqui, acho isso uma mal formação e uma falta de carácter do caraças.

Como os 2 últimos grupos de anónimos são numa escala muito elevada, caímos um bocadinho no erro de pensar que os anónimos são todos uns infelizes que precisam de se entreter com a própria genitália, quando na verdade nem todos os anónimos são maus, e cheios de criticas destrutivas.

E às vezes ficamos todos a perder porque algumas pessoas da blogosfera gostam de ter múltiplas personalidades para o avacalho, e porque algumas pessoas são infelizes e gostam de implicar com as outras pessoas protegidas na sua máscara de anónimos, quando não se apercebem que são todos anónimos, porque na vida real 90% das pessoas se estão a cagar para se têm um blog famoso ou um blog com 5 visitas semanais, e que era melhor partilharmos as opiniões como pessoas civilizadas (minimamente)

E vocês?
Que tipos mais de anónimos conhecem – falando a nível de internet – e de que tipos já vos foram parar aos blogs?
Qual o comentário mais desagradável que já receberam de um anónimo? 
E o mais agradável?
Acham que as pessoas levam os blogs demasiado a sério?
O que têm a dizer sobre o tema?
Toca a ler comentar e subscrever!

[A ouvir: If it’s Love - Train]
[Humor: Desiludido]

terça-feira, agosto 02, 2011

Aquela vez em que o Ricardo foi adoptado

Nota: Apeteceu-me falar deste assunto, e são capazes de ouvir falar dele mais uma vez por estes dias.
Desde que me conheço por gente, que tenho um cão de sonho. Gostava imenso de ter um cocker spaniel. Não me perguntem porquê, mas sempre achei graça àquela pelagem macia e Àquelas caídas. O que é verdade é que hoje podiam aparecer-me aí com uma ninhada inteira, que eu não os ia querer. Já estou muito bem servido.
E estou assim porque alguém não quis a manchinha.
Porque a manchinha não é de raça.
Ou porque a manchinha não tem pedigree, nem arvore genealógica confirmada.
Talvez porque é muito trapalhona e parte as coisas só a dar ao rabo de contente, ou talvez seja porque a manchinha era um cachorrinho que cabia na palma da mão, e acabou por crescer e ser uma matulona.

E os senhores que a abandonaram não entraram em pânico com medo que ela estivesse doente porque andou a comer bagas dum arbusto ao pé de casa e andava sem comer uma semana; não tiveram paciência para lhe ensinar truques e apreciar a maneira como ela os aprende rápido;
Não tiveram que tomar conta dela quando fez trovoada e ela ficou cheia de medo;
Não a levaram a passear para perceberem que podiam ganhar dinheiro se a metessem num circuito de corrida de cães.
Em suma, não tiveram um animal de estimação.

Tiveram um brinquedo que deitaram fora quando perdeu a graça.
Não se deram ao trabalho de tentar conhecê-la. E só ficaram a perder.
Porque a manchinha é muito melhor do que muita canalha que para aí anda. Porque ela me abraça todos os dias. Porque ela chora e entra em pânico quando eu desapareço (não estou a inventar). Porque ela sabe tão bem quando é que eu preciso de uma boa dose de atenção. Porque ela me dá uma amizade completamente limpa de interesses ou segundas intenções.

É caso para perguntar: quem é que foi o animal desta equação?
E enquanto eu estou a escrever este post, provavelmente meia dúzia de gatos e outra meia dúzia de cães foram abandonados num raio de 500 metros.
A vocês leitores que não têm animal de estimação e pensam arranjar um, Sigam o conselho da união zoófila, não comprem. 
Adoptem.
Ou por outra, deixem que um animal vos adopte.

[A ouvir: Happy Hour - Cheryl Cole ]
[Humor: Nostálgico]

segunda-feira, agosto 01, 2011

A Praga dos Parolos



Não estou a dizer que sou um indivíduo todo estiloso com este post – nem é preciso que vocezes já sabem todos né leitores – mas há qualquer coisa de fascinante nos parolos.
Nunca soube precisar bem o que me fascinava, acabava por ficar baralhado com tantas escolhas, no fundo é todo um misto de situações, não sei, é como ver o BBC vida selvagem, com uma variedade imensa de fauna e flora (sim, que também há parolos com cérebro equivalente a uma couve de Bruxelas), mas a acontecer a três ou quatro toalhas de distância numa qualquer praia.

Temos a malta do tuning, pneu rebaixado, neons nas portas, ailerons em todos os sítios aplicáveis (do carro) e a piece de resistance, o rádio que tem muito provavelmente mais potência que o próprio motor da “máquina”. Se vos é difícil perceber que a malta do tuning é na grande maioria parolagem, é só reparar na selecção musical que eles têm atirada lá para dentro. É raro haver uma alminha que ande sem o cd do Tony Carreira, ou um daqueles “Portugal mix”.

Depois temos as meninas do tigresse. Barulhentas, oferecidas e geralmente feias que dói. andam por aí pululantes, com os seus maxi cintos, e as calças coladinhas ao pacote (como dizia sabiamente a Katyzinha), sem esquecer o decote até ao umbigo, classy portanto.
Alguém se esqueceu de lhes dizer que quem usa uma embalagem de gloss duma vez provavelmente chama-se Fernando e tem nome artístico de Julietta qualquer coisa.

Depois vêm os gajos do style. Ao contrário delas, que vêm todas mais ou menos no mesmo formato, eles diversificam. Temos a opção dread, com as calças a deixarem fazer uma colonoscopia sem precisar de máquinas, os pseudo bombados, que andam o ginásio há duas semanas mas olham-se ao espelho e pensam que já estão tipo… um gajo qualquer do wrestling (não sei o nome de nenhum) E agem como se fossem irresistíveis – o que é francamente divertido de ver. E não nos podemos esquecer dos engatatões. Zezé camarinha? Multipliquem por 10. Ah, e acrescentem uma depilação total e uma apetência por grandes bebedeiras. Peças indispensáveis das noites de verão.

E para fechar esta pequena amostragem, os parolos emigrantes. Não estou a falar mal dos emigrantes, pelo amor da Santa, me loves emigrantaixion (o meu inglês anda a melhorar imenso) mas é francamente divertido ver pessoas que falam português como língua nativa a forçarem o francês ou o alemão para dar todo aquele toque de sofisticação, mesmo que em casa só falem em português. O que interessa é mostrar que sabem falar – mal – outra língua.
E vocês?
Que outros tipos de parolos encontram?
Qual dos tipos acham mais piada?
Toca a comentar, ler, subscrever e gostar no facebook!

[A ouvir: Closer - Kings of Leon]
[Humor: Divertido]

domingo, julho 31, 2011

Perguntas de Fim de Semana XXIX - orgásmicamente especial

Feliz dia do orgasmo meus ricos leitores! 
Quando acabarem de festejar como deve ser, respondam às perguntinhas:
O que é que um(a) bom parceiro(a) -sexual- tem que ter?
E o que é que não pode ter?
Qual é o mito ligado ao sexo que acham mais absurdo ainda existir?

Bom fim de semana, toca a ler comentar e subscrever, 
vou ali responder aos comentários, e depois... praia.
[A ouvir: Over you - Girlicious]
[Humor: Divertido]

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...