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sexta-feira, abril 22, 2011

"É à base de ervas"

Realmente... ela tem razão.


A verdade é esta: Estamos a 3/4 meses do Verão no seu pleno.

E achei que isto merecesse uma apreciação das nossas amiguinhas (E de caminho apresentava o novo formato).
Porquê? Bem… como toda a gente sabe, por esta altura as pessoas lembram-se automaticamente de que andaram os meses frios a comer que nem uns alarves... e que está a chegar a altura de fazer uma dieta para conseguirem entrar nas roupas curtas sem fazer má figura. O problema é que não querem dietas normais. Querem coisas rápidas. Porque obviamente o mais natural é uma pessoa andar todo um ano desleixada com a linha, mas depois magicamente em umas quantas semanas perder 5/6 quilos, né?
E para responder a esta pergunta, entram as pílulas mágicas e os pós de perlimpimpim de emagrecimento. Ligar a TV em qualquer canal (na TV a cabo ou não) a partir de… Março vá, é arriscarmo-nos a ver toda uma parafernália de produtos milagrosos ele é "obesimed" praqui,  "Alli" prali , "Não mais dieta" para a frente, “não sei quê Dual Slim” para cima, "depuralina" para trás “CLA não sei das quantas” para baixo. isto sem contar com as outras duas mil marcas que surgem por esta altura, todas feitas de ingredientes naturais, e ervinhas especiais do Sri Lanka colhidas por monges carecas, todas a apregoar descaradamente o mesmo. Resultados imediatos, e a transformação duma Simara numa Cláudia Schiffer em 2/3 semanas.

E para facilitar mais o assimilar dessa informação, mostram anúncios com pessoas XL, todas muito infelizes e deprimidas por serem gordas (peço desculpa aos mais sensíveis, mas é mesmo esta a ideia, nem tenho paciência para amaciar, quando eles das publicidades não o fazem) e depois tomam os comprimidos mágicos, e capuff, aparecem pessoas magrinhas a mostrar que a roupa antiga lhes fica supé larga e que agora estão felizes e satisfeitas. Yay!

E as pessoas, mesmo sendo cada vez mais saudáveis num geral – sim, que mal por mal a sociedade está lentamente a ficar mais adepta de um estilo de vida mais saudável –, recusam-se a assimilar que talvez seja melhor comer decentemente o ano todo, e que se não mexerem o rabiosque os quilos não vão desaparecer, nem que tomem uma caixa de Obesimed duma assentada.

… Quer dizer tecnicamente, se tomarem uma caixa inteira desses comprimidos, ficam com tamanha caganeira que provavelmente perdem um ou dois quilos… mas não aconselho.

Nota: vou tentar fazer todas as semanas uma tirinha destas. espero que tenham gostado.

E vocês?
Alguma coisa a acrescentar?
Vá, comentem, leiam subscrevam e gostem no facebook. Ah, e boa Páscoa.

[A ouvir: Sleep all day - Jason Mraz]
[Humor: Ansioso]

sexta-feira, março 11, 2011

Beleza interior vs Beleza exterior

Clicar para aumentar
Sim, a morsa e a vaca mudaram o look. se a Popota pode, elas também podem, né?
Gostaram do novo look?
Que importância tem o nosso visual em nós, a definir a nossa personalidade ou no dia a dia?
Acham que se deve mudar regularmente de visual?
Já alguma vez mudaram radicalmente de visual?
Acham que a maneira como os outros nos vêm influencia muito a forma como nos vemos?
Já devem ter reparado que acrescentei uma barrinha no blog. dessa forma é mais fácil acederem À página do facebook do blog e subscrever via rss.
vá, leiam, comentem subscrevam gostem no facebook.

[A ouvir: High- Emmy Rossum]
[Humor: Inspirado]

terça-feira, fevereiro 08, 2011

e quando o não não é mesmo um não?

Repitam comigo:
NÃO!
É uma palavra tão simples mas tão pesada e tão mal usada grande parte das vezes.
Há muitas pessoas que têm dificuldade em dizer que não.
E eu compreendo-as.
O não é complexo, não é apenas uma palavra a ser utilizada quando nos apetece, não é apenas uma palavra monossilábica com til no “a”, é um impulsionador de reacções que acaba por influenciar diferentes pessoas de diferentes formas...
Afinal ao dizermos “não” não nos limitamos apenas a negar alguma coisa:
Cliquem na imagem para lerem como deve ser saxavor

E depois de tantos significados diferentes para uma só palavra pergunto:
Será mesmo mais fácil dizer que não do que assentir?
Eu digo que sim.
Devemos saber usá-lo e não aceitar tudo só por ser mais fácil (não suporto pessoas que concordem por concordar).
É mais fácil dizer “não” quando temos a certeza que é “não” que queremos dizer, porque um “não” Mal dito acaba sempre por transmitir a ideia errada à outra pessoa, impulsionando-a a tomar acções consoante o que leu das nossas palavras.
De outra forma mais vale o sempre amigo “talvez” que serve pra ambos os lados.

É que um “não” pode afastar, ou aproximar, incentivar, desmotivar, desdenhar ou duvidar de alguém… E muitas vezes por descuido nosso, usamo-lo sem termos esses poderes em conta, e acabamos por obter o contrário do pretendido, exactamente por não estarmos seguros na nossa suposta recusa ou negação, e acabamos por não deixar transparecer a verdadeira intenção que temos, deixando que haja espaço para mensagens implícitas no nosso “não” mais inseguro.

Isto leva-me a outra coisa directamente relacionada.
Pessoas que não sabem levar com um “não”.
Todos nós já nos deparamos com uma ou mais criaturas assim. O não é lhes indiferente, e a proibição ou impossibilidade não os impede de tentar sempre bater na mesma tecla. É a mesma coisa que eu agora cismar que consigo atravessar paredes, e continuar a tentar mesmo depois de ter rachado a testa no processo tentativa/erro.
Aceitar limitações ou limites é muito mais benéfico do que se possa parecer. Ambicionar uma coisa (o que quer que seja) não torna justificável ignorar as nossas próprias limitações, ou todos os elementos que impossibilitam aquilo a que queremos aceder.
Às vezes um não é mesmo um não. Quem não percebe isso devia... ler mais a ver se desenferruja os neurónios.

E agora pergunto:
Gostaram da tirinha?
Têm dificuldade em dizer que não, ou seja, são daqueles "enablers", pessoas que permitem tudo?
Como reagem a um Não?
Que outras formas pode ter um não?
Conhecem muitas pessoas que não percebam um "não" nem que ele voe de encontro ao seu focinho?
Que outras mensagens subliminares (para além das que pus no comic) pode ter um "não"?
Vá, a comentar ler e subscrever saxavor!

[A ouvi: Anggun -I'll Be allright]

[Humor: Ansioso]

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Ai as compras de natal

O natal é uma coisa muito linda e muito maravilhosa e blablabla. E é uma óptima desculpa para nos enfiarmos num shopping horas e horas.
Oh cmon, nem me venham com coisas. As prendas de natal não se materializam, e experimentem dar um beijinho e um abraço a alguém como prenda a ver o olhar fulminante que recebem em troca.
Ou se gasta algum, ou mais vale nem dar nada.
Eu gosto de ir às compras e acho que já disse isso umas quantas vezes (curiosamente o post mais lido de sempre deste blog até é o que fala de compras xD).
Mas no natal as compras são o meu pesadelo.
É assim, é o máximo comprar para mim.
Chamem me egocêntrico, mas é verdade… Porque eu sei do que gosto e não preciso de pedir opinião ou ter em conta opiniões de fora.
Mas no natal é exactamente ao contrário.
Tenho que pensar no que cada pessoa pensará ao abrir as prendas.
E é uma maravilha dar prendas a quem se gosta e blablabla, mas se pensarmos bem, quanto mais gostamos de alguém, mais difícil é escolher uma prenda decente.
“Ah mas conheces melhor as pessoas quando gostas delas”
Pois, tá bem, mas quanto mais gostas e conheces alguém, mais medo tens de fazer figurinha triste e dar uma prenda de merdum.
Ontem –dia 22 – fui às compras.
Fiquei lá 4 horas.
Seguidas.
Entrei 5 vezes nas mesmas lojas porque não sabia o que havia de comprar às pessoas a quem fui comprar prendas.
(os 3 do costume)
Enquanto estava por lá, comecei a fazer uma espécie de sistema de fases das compras de natal, tendo por base os três factores principais. Dinheiro excitação e tempo.
Enquanto o tempo aumenta, a excitação diminui exponencialmente, e o dinheiro diminui gradualmente.
Assim sendo, consegui dividir em 7 fases:


  • Pre Shopping (stage 1) - É tudo maravilhoso. A luzes, o barulho das máquinas registadoras, as montras, as pessoas às compras, os pais natais contratados.As possibilidades são infinitas, afinal o shopping tem milhentas lojas. Vamos com uma mão cheia de esperança e outra de fantasias inocentes. O nível de dinheiro ainda é alto e achamos (tsc tsc… que ingenuidade) que à primeira vamos encontrar as coisas todas que queremos, mesmo que não tenhamos nada pré planeado.
  • O Deslumbramento da primeira compra (Stage 2) - podemos ir com uma lista de 45484654 coisas para comprar, mas mal temos na mão o primeiro saquinho de compras, tudo parece melhor. Entramos naquela ideia “se consegui encontrar isto tão rápido, vou conseguir comprar tudo num ápice”.
  • O deslumbramento das montras (stage 3) – ainda estamos há pouco tempo (relativamente) no shopping, então as montras e as luzes e as decorações de natal e o escambau chamam mais a atenção. Ainda temos muito dinheiro no bolso (dentro dos limites do orçamento) por isso ainda há muito para ver e muitas possibilidades.
  • O despertar da consciência comprológica (stage 4)– O deslumbramento chega ao fim. Lentamente começamos a aperceber-nos que estamos a ficar com menos dinheiro. E menos dinheiro implica menos opção de escolha. A adrenalina inicial já foi pró espaço. Já não é mal pensado querer ir o mais cedo possível para casa.
  • A lenta e sólida Saturação (stage 5) – As compras já pesam mais que a carteira, que progressivamente se esvazia, E ainda falta uma data de coisas. Há imensas lojas, e as montras começam a parecer enjoativas. Os instintos homicidas começam a despontar e a vontade de ir pra casa aumenta...
  • O desespero súbito (stage 6) –MONTRAS! MAIS MONTRAS! DEMASIADAS MONTRAS! O nosso cérebro deixa de conseguir processar tanta informação, e começamos a ver aquilo tudo como um borrão de luzes e gritinhos histéricos. Ainda nos falta a prenda para aquela pessoa mais difícil (para não dizer caprichosamente complicada) e o instinto já nos diz que vamos morrer antes de encontrar uma prenda que não produza um franzir de expressão.
  • A Overdose (stage 7) –Entram na 1ª loja e compram a primeira coisa a que acham graça. Estão completamente nas tintas para se a pessoa chata e extremamente esquisita vai gostar ou não, querem é ir para casa. Saem de lá falidos e carregados que nem uns burros e provavelmente com aversão a shoppings para umas quantas semanas.
Todos os anos isto acontece.
E todos os anos chego à fase 6.
Sim porque só me farto de shoppings depois dos saldos.
Sou uma pessoa com bons timings.

E vocês?
Passam por estas fases nas compras de natal?
Já compraram as prendas todas este natal?
Qual foi a pior prenda que já vos deram até hoje?
E a melhor?
Têm muitas pessoas extremamente difíceis de presentear (mais por serem esquisitas do que por gostarem muito delas?)?

Amanhã devo postar qqr coisa ou deixar agendado… mas senão for o caso:
FELIZ NATAL a todos os leitores. Que passem uns dias bons e com muitas gulodices e união e assim.


Nota não relacionada com o texto: Eu bem gostaria de vos ter respondido aos comentários, e ir ler os blogs do costume.
Mas a minha net tem andado nojenta esta ultima semana.
Tipo de cair a cada dois minutos. Ou menos.
Fiz 3 chamadas à sapo. Numa delas Tive 22 minutos de conversa extremamente interessante com o senhor técnico da sapo. Acabo de desligar a merda da chamada e a net volta exactamente ao mesmo. A sorte é que faço os posts no Word, e depois é só colar e publicar. Por isso, não se sintam negligenciados. A culpa é do SAPO.
Bela prenda de natal Huh?
Por agora para alem de a net não estar boa, é natal, e não vou andar a comentar e a ler as coisas como deve ser, e compreendo que não me leiam nem comentem com tanta atenção

[A ouvir : Nada]
[Humor: Natalício]

sexta-feira, dezembro 03, 2010

O Facebook e as vicissitudes do "like"

Toda a gente que usa o Facebook sabe que com ele vieram uma data de novidades para as redes sociais.
No meio de diversas novidades inúteis, veio o “like”.
Clicar para ampliar*
O like é a coisa mais simples que há se formos a ver.
Pegamos nalguma coisa, Músicas, vídeos, estados pessoais, artistas, marcas, é só escolher (aqui no blog até há um widget para gostarem dos posts) e "gostamos" dessa coisa, carregando num botãozinho que aparece.
E de tão idioticamente simples e banal que é, até é de admirar que tenha demorado a aparecer numa rede social. Não conto com o youtube que já tem há algum tempo, mas que eu não considero completamente uma rede social.
O "Like" serve para tudo afinal toda a gente gosta de alguma coisa.
o que é engraçado que é há mesmo que goste de tudo. não é uma pessoa que goste de uma coisa, e outra que goste de outra, são pessoas que gostam de tudo indiscriminadamente.
Quer dizer, vamos ser um bocadinho consistentes, é impossível gostar de tudo... a não ser que andem sob o efeito de Ecstasy.
No entanto pode ser uma ferramenta muito complexa.
Tem uma espécie de etiqueta, regras implícitas que sabemos que devemos cumprir, como não gostar de posts depressivos por exemplo, ou escolher bem o que se gosta, um bocadinho mais do que na vida real.

Façam esta experiencia.
Mudem o vosso estado civil no facebook, não interessa para o que seja.
Há sempre uma alminha que vai gostar.

Outra coisa que se criou, foram os "like maníacos".
No nosso perfil pessoal aparecem as nossas informações pessoas, dentre as quais, msucas favoritas, filmes favoritos, e por aí alem, e depois há os gostos variados. etodas essas coisas no facebook são "likes".
E há quem todos os dias carregue no like umas 50 vezes, sem exagero.
E nem são de gostos "normais" como "andar de bicicleta" ou "sarcasmo".
Ooooh no, são coisas tipo "não ouvi atenderem o telefone e disse um palavrão" ou "Odeio as pessoas que avisam os professores de que havia trabalho de casa!"
E TODOS os dias aparecem milhões de likes assim.
GOD.

Depois o que acontece também muito, são os likes sazonais, que na altura se gostam porque toda a gente gosta (quando foi o Mundial fizeram uma página no FB a dizer que o guarda redes nacional é que é o melhor e não sei quê. E foi viral. Toda a gente gostou daquilo.)

Uma pergunta que deixo no ar... para quando um dislike/não gosto no facebook? é basicamente a mesma ideia...

E vocês? Usam muito o Like (se tiverem facebook)
Que regras acham que estão implícitas na utilização do like?
E se pudessem criar alguma coisa do género de um like ou dislike, o que fariam?
Gostam da BD?
Como eu “laikava” de ter 100 seguidores até ao final do ano, se quiserem subscrever, são muito bem vindos… se não, podem mesmo só ler… e comentar... ou quanto muito "laikar" xD

PS: Lembram-se do Lee?
Hoje fugiu outra vez.
E ninguém sabe do bicho em lado nenhum.
Já me viram isto?

[A Ouvir: Blow - Ke$ha]
[Humor: zen]

*Já tinha saudades de mexer nas minhas personagens xD, e hoje tive duas ideias para 2 tiras, pra posts diferentes, mas resolvi pegar nesta ideia 1º.

segunda-feira, novembro 22, 2010

Conheçam as personagens, saibam do Twitter e aceitem o Desafio

Bem, eu geralmente não faço dois posts no mesmo dia, mas hoje apeteceu-me.

Para começar, tinha um twitter há uns séculos inactivo (a ultima vez que o usei foi em Janeiro de 2009) hoje peguei, e reciclei-o. apaguei todos os tweets e associei-o ao blog. quem tiver twitter e quiser associar-se pode carregar ali no passarinho por cima do menu.

No principio deste mês, caso não se lembrem comecei um Webcomic. podem ver aqui a 1ª "tira".
Disse que ia depois apresentar-vos as personagens, mas os temas foram divergindo e nunca mais me lembrei de o fazer decentemente.
O webcomic foi começado mesmo por diversão, como uma forma divertida de critica social...mas é claro que é melhor se vocês gostarem do que vêm.
Antes de lerem, as fichinhas, deixo-vos um desafio, dois, aliás. Sugiram-me:
  1. nomes para a vaca e para a Morsa, nomes que achem graça, que achem que ficam bem.
  2. um tema para a próxima tirinha.

Pois bem, aqui estão elas.

Nome conhecido: Vaca zarolha
Gostos: Asfixia Auto-erótica, Sarcasmo, corpetes, música deprimente, fadas e espiritismo (diz que consegue falar com o além através de uma técnica que envolve ovos estrelados e um fio de cobre), cantar (nunca ninguém lhe disse que só sabe mugir)maquilhagem.
Bio: Sempre viveu na quinta da Dona Clotilde, até ao dia em que ao ruminar uma Vogue temática de halloween que ficou obcecada com corpetes. não se consciencializa que é uma vaca e pesa meia tonelada, e roubou um corpete ortopédico da Dona e fugiu depois de descobrir que o seu inevitável destino era acabar transformada em Bifes de Novilho numa prateleira do talho.
Fez um corte de cabelo emo e fugiu da quinta onde , vivendo agora num apartamento arrendado a meias com a sua amiga Morsa.


Nome conhecido: Morsa Daltónica
Gostos: Famosos, purpurinas, Justin Bieber, Hello Kitty, brilhantes e bijouteria
Bio: Há uns anos houve um escândalo num parque zoológico marinho. um dos tratadores mantinha relações amorosas com uma das morsas em cativeiro. a Morsa Daltónica é o resultante do cruzamento dessa morsa e do tratador do zoo marinho e por isso nunca se integrou no meio das outras morsas e é meio anti-social. é viciada na hello kitty... e em tiaras... e em tudo o que seja brilhante. É daltonica e não sabe conjugar as cores da roupa e foi presa uma vez por invadir a casa do Bill dos tokio hotel e lhe ir cheirar as cuecas
tem um desvio de personalidade e é extremamente crédula. tem tendência a"abrilhantar as coisas" e quando ouve a hélice de um helicoptero começa a gritar "cenouras cozidas com mel" e a bater na testa. nunca consegue concentrar-se por muito tempo numa conversa.


E a nova "aquisição". tava a ouvir uma música da Ke$ha e pensei "era engraçado uma ovelha com face paint fluorescente". e depois vi um videoclip da Gwen stefani daqueles da fase em que ela andava com aquelas 4 japonesas, as Harajuku Girls... misturam isso tudo e têm:


Nome Conhecido: $heepah
Gostos: Party! Discotecas, drogas, cerveja, dar nas vistas, popularidade, acessórios.
Bio: é prima em 45º grau da Ovelha Dolly, e isso é que a catapultou para a fama. teve uma epifania quando um dia por engano o filho do pastor lhe meteu LSD no bebedouroas outras primas morreram todas de overdose mas ela sobreviveu. tem meio milhão de amigos no facebook e já apareceu em filmes independentes umas quantas vezes. ficou famosa com uma sextape que foi parar à internet, e já tem uma água de colonia, lançou um cd em parceria com a Ke$ha e tem um salão onde dá aulas de hip hop e danças do varão. Gosta de invadir festas e de destruir quartos de hotel. é irreverente e é o ídolo da Morsa. é cleptomaníaca, e odeia a Lady Gaga (já lhe vandalizou o carro).





[A ouvir: The Foreign exchange-Maybe She'll dream of me]
[Humor: Criativo]

sexta-feira, novembro 05, 2010

O "parente"

Não se esqueçam de clicar para aumentar. se não der cliquem aqui
pronto, agora já sabem, a Vaca zarolha é prima da vaca da Milka.
chamei-lhe Lucy em honra duma das minhas vaquinhas preferidas (NOT) xD.
______________
Quando penso em família, penso sempre nos “parentes”… e não é com agrado que o faço.
Acho que toda a gente os tem, exceptuando os próprios “parentes”.
Para quem está nesta altura a pensar “WTF? Quem tem família tem obviamente que ter parentes… és idiota ou fazes-te?” eu explico melhor.
Para pessoas que têm irmãos, o “parente” é o irmão preferido – e nem comecem com mentirinhas piedosas que toda a gente sabe que há sempre um filho preferido – mas não é preciso ter-se irmãos para se ter um.
O “parente” é a espécie de familiar que existe só com o propósito de servir como base de comparação a nível de tudo.
É aquela criatura que veio ao mundo para que quando posta ao nosso lado nos faça sentir um lixo com pernas tipo um erro genético abominável.
Uma coisa estranhíssima nos “parentes” é que parece que eles não fazem qualquer esforço para serem assim.
O “parente” não tem caspa,
O ”parente” norma geral consegue cozinhar melhor que nós,
O “parente” é mais educado que nós,
O “parente” é mais querido que nós,
O “parente” é mais inteligente que nós (de longe, pfff) ,
O “parente” é mais popular que nós,
O “Parente” nunca se embebedou,
O “parente” nunca experimentou droga (se experimentou disfarçaram muito bem porque nunca se sabe disso)
Até tenho a sensação que se der um pum, o “parente” vai soltar um cheiro a Alpes suíços salpicado com fragrâncias cítricas” em vez do vulgar e humano cheiro a podre
A minha teoria, é que por geração uma criança é sacrificada, escolhida por sorteio na família.
E essa criança sofre uma lavagem cerebral e um forte tratamento hormonal para se tornar o “parente”, sendo trancada anos e anos numa cave escura só para depois emergir em toda a sua glória.
Sim porque se repararem bem os “parentes” são normais durante um tempo… mas de repente, sofrem uma iluminação divina (ou como disse acima uma lavagem ao cérebro) e capuff, sempre que as nossas avós ou mães nos querem fazer sentir uma nulidade usam o parente como comparação.
Passo a explicar uma coisa. Há as pessoas boazinhas, que eu odeio de morte, e as boas pessoas. E os parentes conseguem sempre estar algures no meio da fronteira como se não fosse nada com eles.
Para quem viu o filme stepford wives (no Português, mulheres perfeitas) eles são como o raio das mulherezinhas… Sempre com um sorriso simpático e com uma palavra para dizer a toda a gente, capazes de falar com a pessoa mais aborrecida e insuportável com o mesmo entusiasmo que falam com uma pessoa divertida...
Uma pessoa pode ser muito simpática, pode ser educada, pode ser atenciosa mas não o consegue ser sempre (eu passada meia hora de convívio com muita gente tenho que optar por ser só um dos itens acima e ignoro os outros).
Mas os “parentes” conseguem.
São uma espécie de familiar andróide sobredotado com um livro de etiqueta da Paula Bobone enfiado tão fundo no cu que já sabe aquilo decor do índice aos agradecimentos finais.
Parece que algures no interior daquela massa doirada (o “parente” não tem massa cinzenta. Isso é para os comuns mortais) inseriram um chip de obediência.
Para imaginarem melhor o que é um “parente” imaginem que são primos/as da Fátima Lopes. Ela deve ser a mestra “parente”.
Eu tenho uma “parenta” que é uma querida amorosa, que está a estudar medicina na república checa – porque mesmo sendo suuuuper inteligente, as médias dela aqui em Portugal nem deviam chegar lá perto do astronómico 18, mas pronto – e que já tem um noivo, e que é uma mocinha muito aplicada e muito cordial e que quando vai à aldeia da minha avozinha faz o papel de santa padroeira dos reformados e distribui beijocas pelas velhas embuçadas como se não houvesse amanhã.
Escusado será dizer que é só ouvir o nome dessa “parente” que fico logo com os pelos de detrás da nuca eriçados, e começo logo a rosnar.

E vocês? Têm algum “parente”? Dão-se bem com ele/a (se derem tem mesmo que me dizer como é que isso funciona porque a minha “parenta” pode ser uma querida mas eu não me consigo sentir sempre homicida ao pé dela)? Já imaginaram que podem ser o “parente” de alguém”? Já tinham falado nisso? Teorias mais interessantes? (cruzamentos de aliens na família por exemplo) gostaram da BD? xD

[A ouvir: Desencontro - Marjorie Estiano]
[Humor : Venenoso
]

terça-feira, novembro 02, 2010

Ai ai as marcas...

Clicai aqui se ao clicar na imagem ela não aumentar
É verdade minhas gentes, Resolvi começar um webcomic, que vou de vez em quando postando aqui.
Aqui vos apresento duas das minhas personagens, a vaca zarolha e a morsa daltónica.
Estes nomes foram criados por mim há uns tempos, para propósitos menos agradáveis (alcunhas carinhosas a pessoas de quem não gostava), mas depois de os ter criado achei-os mal aproveitados... e pensei "bem, se já cá há um panda maluco porque não vir o resto da bicharada?" as biografias das bichas virão mais à frente, quando tiver tudo bem organizado na minha cabeça
é uma maneira mais leve de falar dos assuntos.

Pegando no assunto desta tirinha... o que acham das marcas? estão dispostos a pagar uma exorbitância por um artigo desde que gostem da marca? que marcas mais usam? gostaram do comic (espero que sim)? comentem!

[A ouvir: thought you said-Diddy ft Brandy]
[Humor: Criativo]
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