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quinta-feira, outubro 18, 2012

Ricardo o Fashionista e o frio psicológico de outono

Hoje acordei num perfeito dia de Outono.
Finalmente o calor deu tréguas e voltámos àquele ar cinzentão acompanhado de uma bela chuvada e uma brisa fria que tanta falta me fazia.

A coisa fantástica do outono, é que as pessoas parecem estar indecisas sobre se estão ou não com frio, o que acaba por trazer todas aquelas tendências maravilhásticas que eu adoro.

Podia aqui falar do imensamente debatido microshort conjugado com o blusão de penas, porque afinal uma pessoa fica na duvida. Ou estão com frio, e vestem um casaco de penas, ou estão com calor e andam com o pernil à mostra em plena chuva. agora os dois já é meio confuso. (Estão com calor só da cintura pra baixo, é isso?)
Podia falar do facto de subitamente toda a gente andar na rua com gabardinas, sobretudos, e casacões de pelo de ovelha, quando.... descemos apenas 3 a 5º graus de temperatura... se tanto.

Mas a "moda" que eu mais adoro no outono - e que se repete ano após ano - é que toda a gente começa a usar os acessórios para o frio... quando não está assim tanto frio.
Ele é botas de cano alto recheadas de pelo, luvas de cabedal, meias polares, camisolões de gola alta, e a cereja no topo do bolo, as orelheiras e os barretes de pelo.


Não sei, posso ser eu que não acho lá muita piada a todo o look "caçador de focas urbano", mas não consigo ver o sentido de se andar coberto da cabeça aos pés como se estivéssemos em Dezembro no meio de Kiev, onde as temperaturas chegam aos -50º, quando, da última vez que olhei para o termómetro, estavam 14º graus por aqui em Albufeira, e em Lisboa, e 15º no Porto.
(E sim, já vi pessoas com isto pelas ruas de Albufeira)

Eu gosto do meu friozinho, mas menos gente, muito menos.

E vocês?
Que "modas" sazonais mais detestam?
Vá, toca a ler comentar e subscreve, yada yada yada

quarta-feira, junho 13, 2012

Ricardo, o fashionista - tendências de verão

Daqui a nada abre a época balnear - embora para mim já tenha começado há uns tempos - e estou a precisar de comprar uns calções de banho.
E enquanto navegava pela net à procura de fatos de banho e derivados, fui dar com a bela da febre deste verão (e do passado, sei lá).
O calor aperta e as meninas saltam para o fato de banho.
Como o biquini mostra muito, e o fato de banho mostra pouco, voltaram-se pró triquini. uma espécie de meio termo, not too slutty, not to goodie.
Tenho que admitir, até ficam bem e podem ser muito bonitos e elaborados, mas fica aqui a dúvida fashion:


Que merda de bronze é que isto dá meninas?
vitiligo kind?

segunda-feira, maio 07, 2012

Ricardo o Fashionista pergunta

Ora hoje fui comer um gelado ao MC (Donalds) e mais do que ver gelados e hambúrgueres, vi pernas, pernas e mais pernas de miúdas entre os 15 e os 17 anos, para onde quer que olhasse.
Eram aos bandos as meninas e os seus calçõezinhos (reforcemos o "inhos") que fariam aqui a amiga Jessica Simpson em baixo sentir vergonha de andar com uns tão compridos.
E a dúvida formou-se :

De onde apareceu a moda dos calções a mostrar o fígado e o útero, e quando é que volta para de onde veio? Já não bastava todo aquele allure de mercado municipal da Bairrada das meninas que entendem as leggins não como collants sem pés - propósito original das ditas cujas - mas sim como calças realmente reveladoras, agora apanha-se com belos pares de pernas (e MUITO MAIS presuntos do que o aconselhável até numa feira de enchidos, o que torna toda a coisa mais desagradável do que poderia de facto ser) a pulular alegremente pela rua como se fosse perfeitamente natural parecer que saiu de cuecas e camisolão de casa.

Vá partilhem cómigo:
Que outras tendências vos dão um bocadinho de vergonha alheia?
E a ver se o blog mexe um bocadinho que tenho deixado isto às moscas tadico :(

quarta-feira, abril 11, 2012

Como dar o nó (literalmente)

Sempre gostei de ver gravatas. 
É um acessório que dá toda uma sensação de pipizice, ou em inglês pippyness, andar com uma camisa e a bela da gravata com o imponente nó a ornamentar o pescoço é outro nível. 
Cheguei inclusive a namorar uma ou duas gravatas em lojas aleatórias, porque me parecia sei lá... fashion ter uma gravatinha, pancadas pronto.
Isto foi até ter sido confrontado com a perspectiva de ter que usar uma todos os dias e perceber que aqueles nós não são propriamente automáticos.
Não há todo aquele ritual místico entre pais e filhos como na primeira sessão de barbeação ou carnificina, como preferirem. não temos o elemento mais velho da família a dizer "vá e agora passas por baixo e por cima e blahblahblah". 
Não.
Dão-nos aquilo para a mão e vá, amanhem-se, como se dar um nó a uma gravata fosse tão natural como a própria sede.
Digamos que no primeiro dia de trabalho com a gravata ao pescoço, toda a pippyness foi substituída por toda uma sensação de enforcamento sadomasoquista e afrontamentos dignos de uma boa sessão de menopausa.
Claro, só me explicaram horas mais tarde que quando o segurança que me ajeitou a gravata me disse "aperta bem o gasganete" estava a dizê-lo num sentido metafórico, e não a pedir-me para apertar o nó até ficar sem ar e a minha voz parecer a do pato Donald.
Desde esse dia que tenho guardado a gravata religiosamente com o nó já feito e pronto a ajeitar quando visto a bela da camisa.
Até hoje, quando por engano desfiz aquela porra toda e a gravata se desmanchou nas minhas mãos como um fio de esparguete demasiado cozido.
Trouxe-a para casa inerte e inútil na mochila e pus-me à procura de vídeos no youtube a ensinar a dar nós de gravata... 
How hard could it be?
Ninguém me mencionou que há 5874657651654321 nós diferentes para atar uma bendita gravata. 
Pior que isso, ninguém me disse como os distinguir, porque sei lá, às tantas aquilo parecia-me tudo igual.
Depois do momento inicial de pânico, em que olhava para a gravata como uma freira olha para um vibrador,  resolvi pôr mãos à obra... e que obra.
Para começar atar uma gravata resume-se a voltas. pega-se numa ponta, e dá se para lá vinte voltas e aquilo acaba por ir ao sítio depois de uns puxõezinhos... ou devia, porque quanto mais puxava pior ficava.
Depois de umas 10 tentativas falhadas e de me estar literalmente a partir a rir, comecei a tirar fotos aos resultados e a postar aqui os meus próprios nós de gravata, conseguidos com a ajuda dos tutoriais do youtube:
O regador
O canapé

A serpentina
A gravata invertida
O papo seco

Eventualmente consegui um nó decente e a gravata está guardadica na mochila para só de lá sair amanhã, enquanto isso, o pensamento de comprar gravatas como acessório definha lentamente cada vez que penso que demorei quase hora e meia a conseguir o resultado abaixo.

terça-feira, dezembro 20, 2011

Ricardo o Fashionista analisa o Hi(p)sterismo

Este post veio no seguimento dum outro em que perguntei que atitudes vos incomodavam, e a pereska  falou no Hi(p)sterismo - expressão totalmente genial, roubei - e a Daniela corroborou, e eu achei que era interessante mergulhar nesse universo.
Fashinionisticamente falando, cá vão as minhas (sábias) visões sobre as modas hipsters :


Os gorros descaídos :  A ultima vez que ponderei sobre o assunto, os preservativos usados vão para o lixo, não é para a cabeça. isto não é propriamente prático nem estético. peço desculpa a quem segue o estilo, mas em movimento é pior. parece que se tem um escroto de lã agarrado á cabeça. that's not sexy. Uma variação destes são aqueles horripilantes com pompons e cordões e tapa orelhas. não tenho que explicar que isso deixa qualquer pessoa roçar o ridículo com uma facilidade surpreendente, pois não?


Os óculos sem graduação: Sabem qual é o primeiro desejo que me acorre quando vos vejo, meus repolhos, a usarem o belo do óculo á avô cantigas sem qualquer tipo de graduação,só para conferir algum estilo? Pegar numa faca de plástico, arrancar-vos os olhos e meter lá bolas de desodorizante. E já agora, maior parte das pessoas que usam esses óculos ficam muito mal com eles.
I don't care : É uma coisa muito hipster. Não se quer saber de nada, o mundo e os seus habitantes são todos criaturas inferiores que merecem que olhemos para eles como para os sapatos ortopédicos da nossa avó. Os hipsters fazem tudo como se estivessem a fazer um favor ao mundo. E eu conheço uma penca deles assim e devo desde já dizer-vos, podem parar de fingir que não querem saber e meter essa Constante expressão de aborrecimento de férias. não vos dá um ar mais interessante. parece que têm azia, e ninguém quer ouvir comentários depreciativos só porque sim.

Dip Dyed Hair / Madeixas ás cores : Tenhamos em conta duas coisas:
A) nem toda a gente consegue usar qualquer uma das coisas sem parecer ter 12 anos e sofrer de daltonismo  
B) Leiam o ponto A).
Há casos em que fica bem, mas são poucos, e até hoje só vi dois.
Dito isto não é de espantar que eu veja por aí diversos exemplos de meninas que querem parecer todas fashion, mas parece mais que roubaram o kit de barbie cabeleireira à mana mai' nova e usaram a tinta toda das "madeixas mágicas". Para quem não captou = Ridiculous.

Isso é tão comercial / That's so mainstream: Eu podia tentar expressar o que me passa pela cabeça quando levo com o belo do "ai não oiço música comercial, tenho uma colecção de bandas neozelandesas a cantar sobre reprodução assistida de pandas no meu mp3 " simpaticamente, mas geralmente é alguma coisa como " God, mete um cone de transito no cu e deita te no meio da estrada à espera de seres atropelado, por favor". Quanto mais me dizem coisas dessas, mais provável é estarem a inventar e com o ipod carregado de músicas da Britna e outras que tais.

E vocês?
Conhecem muitos hipsters?
Que outras coisas féshions neles gostam?
Vá, toca a ler comentar yada yada yada
[A ouvir: Imelda May - Mayhem]
[Humor: Gelado]

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Como tirar o style aos stilettos.


Sendo que mais de 80% da blogosfera Portuguesa é feminina, já me habituei a ler por aí montes de mulheres a darem dicas de vestuário/moda/essas tretas todas aos homens, sem ninguém lhes pedir nada, como se não houvesse amanhã. Seguindo a lógica de igualdade de oportunidades, acho que também posso deixar um conselho ao mulherio que por aqui anda.
Facto 1: Uns bons saltos altos põe qualquer mulher sexy.
Não se sou eu que tenho alguma espécie de fetiche, mas a verdade é que por muito pouco ortopédicos que sejam, o rabo empina, as pernas acentuam-se, e fica tudo muito mais no lugar com um bom par de stilettos.
Facto 2: Com a mesma rapidez não saber andar com eles tira todo o efeito mais depressa que um arroto a meio dum concerto.
Ora bem, pode melhorar a figura, mas se não souberem andar nuns, mais vale andarem de ténis e sabrinas, façam um favor à humanidade. É a mesma coisa que eu ir comprar um ferrari e não saber conduzir.
Aqui está o meu top 5 de labreguices over heels:

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sexta-feira, outubro 07, 2011

Ricardo's Fashion Night Out

(devia ser In, por ser no blog, mas ninguém quer saber xD)
Ah... le mode...
Como toda a gente sabe, eu tenho uma grande costela fashionista...
Okay, não tenho.
Não obstante, acho interessante comentar as “novas tendências” quando me dá na alheta.
Mais precisamente quando as “novas tendências” me dão toda uma parafernália de comichões.
  • O vintage/retro – Num dia é velho, e de repente no outro estão-se a usar tecidos do género dos que os meus bisavó tinham nas roupas de domingo, e a usar acessórios que deixaram de se usar há praticamente 30 anos e que agora estão na moda de novo. E é exaustivo tentar perceber quando é que deixa de ser velho e passa a retro, e quando passa de retro pra velho novamente. É tudo num piscar de olhos. Acho amoroso ir ver o meu álbum de fotos de quando tinha... 5/6 anos, e reparar que tinha uns óculos de sol do modelo que agora toda a gente usa. E a minha mãe podia vestir a roupa daquela altura agora, que passava muito bem despercebida.
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quinta-feira, maio 19, 2011

Hoje eu sou (I)... Ricardo o Blogueiro fashionista

Como qualquer blogueiro fashionista de vez em quando eu deparo-me com dilemas hercúleos.
Tenho que ir a um casamento, e ainda não decidi que roupa usar. ajuda?
Com um autobronzeador do continente
fico mesmo a parecer um preservativo de sabores.
épico.

Há qualquer coisa estranha neste Look...
Hum....
AH!
são as botas.

Hum... acho que este vai ser o fato do noivo, senão era o que levava.
é tão discreto e adequado a ocasiões especiais!

o fato da direita fazia com que os meus olhos se destacassem né?

Adoro o contraste de cores,
parece mesmo uma publicidade a ausónia!
Como pessoa elitista e de gostos refinados que sou escolhi os modelitos mais in né... como qualquer fashionista que se preze. deixo as gentalhas com as Pull&Bear, stradivarius e bershkas (ou whatever).
Alguém me salva desta dúvida?
Realmente alta costura é outra coisa.
É difícil ser um fashionista!

(Só porque me apeteceu avacalhar com as pessoas super in e super rónhónhós)
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